O que fazer em Bogotá: um guia completo, com preços, dicas e atrações

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Bogotá é uma cidade bastante agitada, cosmopolita e com uma cultura única. com influências indígenas e cercada pela Cordilheira dos Andes, capital da Colômbia tem uma grande oferta de atrações, que vão de museus a centros gastronômicos. A vida noturna da cidade também é um ponto a se destacar e as festas e bares são bem animados.

Quem gosta de um turismo histórico e cultural, vai precisar de bastante tempo para conhecer alguns dos mais de 40 museus espalhados pela cidade e também para curtir os diversos parques, praças e bons restaurantes.

Confira nosso guia com um roteiro completinho do que fazer em Bogotá, incluindo os passeios no entorno, como em Zipaquirá e sua Catedral de Sal. Descubra onde se hospedar, como trocar dinheiro, o que visitar e tudo que você precisa saber para aproveitar o melhor da cidade.

Como chegar em Bogotá

A Avianca Colômbia e a Latam têm voos diretos, saindo de São Paulo ou do Rio de Janeiro. A viagem dura cerca de 6 horas. A Copa Airlines também oferece voos, mas com uma pequena escala no Panamá, tendo um total de 7h30 de viagem. Veja mais abaixo como sair do aeroporto para os bairros.

Melhor época:

Em Bogotá, a temperatura média é de 14º o ano inteiro, já que está a 2.640 metros acima do nível do mar. Se for entre dezembro e fevereiro, ou entre junho e setembro, terá poucas chances de encontrar dias chuvosos (talvez apenas uma chuva surpresa no final da tarde).

Quantos dias ficar:

Bogotá tem muitas atrações culturais e o ideal é conhecer tudo com calma. Recomendamos, pelo menos, 4 dias completos na cidade, sendo que um deles pode ser dedicado à Catedral de Sal, que fica na cidade vizinha de Zipaquirá.

Sugestão de roteiro:

Dia 1: La Candelaria + Free Walking Tour + Museu do Ouro

Dia 2: Museu Nacional da Colômbia + Cerro Monserrate + Zona T

Dia 3: Catedral de Sal em Zipaquirá

Dia 4: Bogotá Graffiti Tour + Museu Botero (e outros do complexo) + Parque de la 93

ou

Dia 1: La Candelaria + Museu do Ouro + Zona G

Dia 2: Museu Nacional da Colômbia + Cerro Monserrate + Zona T

Dia 3: Bogotá Graffiti Tour + Museu Botero (e outros do complexo) + Parque de la 93

Dia 4: Free Walking Tour + Cerro Guadalupe

Onde se hospedar em Bogotá, dicas de bairros e hotéis

Em toda cidade turística grande é difícil saber em qual bairro se hospedar. Isso é super normal. Em Bogotá, as atrações do centro estão muito próximas e se hospedar no La Candelária, bairro do Centro histórico, pode ser uma boa opção, mesmo sendo um local mais deserto à noite.

Outra região com boas ofertas de hotéis, inclusive em grandes redes, é o Chapinero, a cerca de 6,5 quilômetros do centro, mas próximo das atrações gastronômicas e noturnas. Confira algumas dicas de hotéis e hostels nos dois bairros:

– La Candelaria:

Quem gosta de ficar em hostels, duas ótimas opções são o Explora Hostels, com quartos privativos e compartilhados, e o Bed&Breakfast Chorro de Quevedo, que oferece acomodações privativas e café da manhã, ambos com boas avaliações na Booking.com. No Bo Go Hostel & Rooftop, o diferencial é o terraço, com uma linda vista da cidade.

O Hotel Casa Deco também é bem localizado e oferece quartos privativos com banheiro. Quem gosta de conforto e quer investir um pouco mais na hospedagem, estará muito bem servido no Selina La Candelaria Bogotá, uma rede de hotéis famosa em todo o mundo.

Confira todas as ofertas de hospedagem em La Candelaria.

– Chapinero:

A região do Chapinero é bastante residencial e os hotéis de grandes redes costumam ser maioria, logo, os preços são mais elevados.

O Hotel Vilar América não tem um preço alto e vale pelo custo-benefício. Tem quartos privativos bem espaçosos, wi-fi, café da manhã e serviço de quarto 24h. Ficamos hospedadas dele e adoramos. O Hotel Jazz Apartments também é uma ótima opção para quem não dispensa conforto.

Na vibe dos hostels, o Mad Nomad Hostel e o Republica Hostel Chapinero têm quartos privativos e compartilhados e ótimas avaliações entre os viajantes.

Confira todas as ofertas de hospedagem em Chapineiro.

A cidade tem ótima oferta de apartamentos para alugar no Airbnb, e se for sua primeira reserva na plataforma, use nosso voucher de R$ 130,00 de desconto.

Como sair do aeroporto da capital colombiana

Basicamente há quatro opções para sair do Aeroporto El Dorado de Bogotá (BOG), que fica a cerca de 17 quilômetros do centro, e a 13 do bairro Chapinero: táxi, transfer, transporte público ou com um carro alugado. Na nossa opinião, vale a pena utilizar os ônibus, já que o transporte público funciona relativamente bem na capital colombiana.

– De táxi: o valor do táxi para bairros mais centrais, como o La Candelária e Chapinero, varia de COP 35 a 45 mil (de R$ 50 a 65 – jan/19). Os carros ficam no primeiro piso, entre as saídas 3 e 5.

ATENÇÃO: o Uber funciona bem em Bogotá, mas ainda não é legalizado e, frequentemente, há problemas com a polícia ou com taxistas. Portanto, dificilmente eles irão buscar alguém no aeroporto. Para ir até o aeroporto eles costumam aceitar a corrida, mas deixam os passageiros no estacionamento.

– De transfer: há serviços de transfer a partir do aeroporto de Bogotá e você pode contratá-los diretamente nos hotéis e agências, ou pelo Get Your Guide, um sistema de venda de ingressos e reservas para você viajar tranquilo. Confira as ofertas de transfer aqui.

– De carro: Uma opção legal para quem quer ter mobilidade e conforto na capital colombiana. O aeroporto de Bogotá tem diversas locadoras e a gente recomenda que você compare preços de todas através do Rentcars. A plataforma auxilia encontrar o melhor serviço e preço, e dá para fazer a reserva direto lá, parcelando sem juros e sem IOF.

– De ônibus: O TransMilenio é a principal linha de ônibus de Bogotá e liga o aeroporto ao centro passando pelas seguintes estações:

Corferias, Plaza de la Democracia, Museo Nacional, Universidad Distrital, Barrio Chapinero, Barrio Porciúncula, Parque La Gran Vía e Fundación Santa Fe. O acesso aos coletivos é em frente do terminal principal, saída 8.

Como funciona o TransMilenio?

O sistema de transporte público de Bogotá foi inspirado no projeto realizado em Curitiba.

Para acessar os coletivos, o usuário precisa ter um cartão eletrônico, o TuLlave – que pode ser adquirido nas estações espalhadas pela cidade -, e recarregar com a quantidade de passagens que necessitar. O cartão custa COP 5 mil (em torno de R$ 7,00) e cada passagem sai por COP 2.300 (em torno de R$ 3,30 – jan/2019).

Nesse sistema você pode fazer baldeações nas estações e só paga novamente quando sair do terminal. São várias zonas, de A a M (separadas por cores) que cobrem a cidade de norte a sul.

O sistema pode ser um pouco complicado porque nem todos os ônibus param em todas as estações, mesmo estando na rota. Porém, o site do TransMilenio criou uma plataforma onde você coloca o local de origem e de destino, e ele te mostra quais linhas poderá pegar. Também há mapas e funcionários nas estações para auxiliar.

Qual moeda levar e como trocar dinheiro?

A moeda corrente no país é o Peso Colombiano (COP). Quando viajamos para lá, em janeiro de 2019, levamos o dinheiro em real.

Você pode trocar dinheiro no aeroporto, onde o câmbio estava 1 BRL = 690 COP, mas encontramos um câmbio melhor no centro da cidade, na Global Money – Centro Comercial San Martín: BRL 1 = COP 700. Nossa dica é que você troque um pouco de dinheiro no aeroporto e depois pesquise pelas agências do centro.

Anote algumas dicas básicas:

– Brasileiros não precisam de visto nem passaporte para visitar Bogotá. Basta o RG em bom estado de conservação e com menos de 10 anos de expedição.

– A vacina de febre amarela é obrigatória para visitar a Colômbia. Veja aqui como tirar seu Certificado Internacional de Vacinação.

– Como lidar com o idioma espanhol? Na nossa opinião é bem tranquilo se virar com o português mesmo. Os colombianos são atenciosos e têm familiaridade com o português. Tente aprender o básico, para demonstrar interesse e educação, e não tenha vergonha de pedir para falarem devagar.

– Não é obrigatório fazer um seguro viagem para viajar para Bogotá, mas é furada não contar com um. Use esse comparador de preços e serviços de diversas seguradoras para encontrar o melhor preço e o seguro que mais se encaixa às suas necessidades.

O que fazer em Bogotá:

1. Centro Histórico – La Candelária

O centro histórico de Bogotá se concentra no bairro La Candelária. Caminhando pelas ruas estreitas com construções grandiosas e antigas você irá passar por pontos emblemáticos, como a Plazoleta Chorro de Quevedo, o marco de fundação da cidade. A pracinha é cercada por bares e restaurantes e é point dos turistas atrás de uma boa promoção de pisco sour, ou de experimentar a chicha, espécie de cachaça de milho.

Também é por ali que estão os principais museus da capital (veja abaixo), a Iglesia La Candelaria, construída em 1703, e a Plaza Bolívar – a praça principal de Bogotá -, onde estão a Catedral de Bogotá, o Palácio da Justiça, o Capitólio Nacional e outros prédios do governo. É um ponto muito bonito e vale a pena caminhar por ali e descobrir outros monumentos, como o Santuário Nuestra Señora del Carmen, uma igreja belíssima de 1938, o Templo San Agustín, de 1668 e o Museu de Santa Clara.

Plaza Bolivar Bogota
Plaza Bolívar, a principal de Bogotá, onde está a Catedral e diversos prédios importantes
bairro La Candelaria
Ruas do bairro La Candelaria
bairro La Candelaria
As ruas do entorno da praça principal são cheias de ambulantes, artistas e turistas
La Puerta Falsa
O restaurante mais antigo da Colômbia fica bem atrás da Catedral de Bogotá

2. Museus de Bogotá

Uma das principais atividades em Bogotá é visitar museus. São dezenas de acervos espalhados pela cidade e você pode escolher aqueles que mais combinam com você.

Porém, existem outros que são obrigatórios, como o Museu Nacional da Colômbia, o maior e mais antigo do país, fundado em 1823. São 17 salas de exposições – algumas temporárias – e mais de 20 mil itens no acervo, todos contando a história da Colômbia desde as civilizações mais antigas. Separe de 3 a 4 horas para visitar e aproveite para comprar souvenires na loja que fica na última sala. A entrada custa COP 4 mil (R$ 6,00), mas é gratuita às quartas, após as 16h, e aos domingos durante todo o dia. Ele fica fechados às segundas.

Outro que deve estar no seu roteiro por Bogotá é o Museu do Ouro, considerado o melhor do segmento no mundo, com peças importantíssimas que narram a história, não só da Colômbia, mas também de outros países da América, desde os povos pré-colombianos até os tempos mais atuais. A entrada para o museu custa COP 4 mil e tem visitas guiadas às 11h da manhã, mas lembre-se que ele não abre às segundas.

O Museu Botero também está na lista dos imperdíveis, pois apresenta um acervo riquíssimo do artista colombiano, famoso por representar pessoas e objetos com formas avantajadas. No mesmo Complexo Cultural Biblioteca Luis Ángel Arango tem mais três museus, o Museo Casa de Moneda, a Collección de Arte de Banco de la República e o MAMU, onde tem um quadro original da Frida Kahlo. Todos esses museus são gratuitos e só não funcionam às terças.

Bem perto do complexo está o Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez, que também vale a visita pelo grande acervo de arte moderna, livraria, loja e café. A entrada também gratuita.

Se você tem interesse em saber um pouco mais sobre a vida e a captura o narcotraficante Pablo Escobar, vá também ao famoso Museu da Polícia.

Museu Nacional da Colombia
Museu Nacional da Colômbia, a 2km do centro histórico
Museu Nacional da Colombia
Museu Nacional da Colômbia é enorme e merece pelo menos 3 horas de visita
Museu Botero
Escultura de Fernando Botero, artista colombiano famoso pelas formas arredondadas
Museu do Ouro
Museu do Ouro é um dos mais visitados em Bogotá

3. Gastronomia na capital da Colômbia

A comida é um atrativo e tanto em Bogotá. Isso porque a gastronomia colombiana é deliciosa e combina muito bem com o clima frio da cidade. Quem passeia pelo centro histórico tem a oportunidade de experimentar os pratos típicos do país, como o Ajiaco, o Sancocho ou os Tamales em restaurantes como o La Puerta Falsa, o mais antigo da Colômbia (fundado em 1816), o La Puerta de la Catedral, ambos ao lado da Catedral de Bogotá; e a tradicional cafeteria La Florida.

Perto do Museu Histórico está o bairro La Macarena, tranquilo, arborizado com aquele ar cool e cheio de ótimos restaurantes.

Já quem prefere restaurantes de alta gastronomia ou bares, pubs e ambientes mais modernos, pode curtir um pouco da noite na Zona Rosa, principalmente em suas duas duas mais famosas, que formam a Zona T, uma região super badalada perto do bairro Chapinero. Ali estão bares animados e lojas de grandes marcas que ficam abertos até tarde. O vai e vem de turistas e locais é intenso.

Outras áreas com a mesma proposta são a Zona G, a mais “gourmetizada”, com restaurantes mais sofisticados, e o Parque de la 93, onde, além de aproveitar o clima de bairro na pracinha, você ainda poderá desfrutar de ótimas opções de restaurantes, como filiais dos famosos Andres Carne de Res e Bogotá Beer Company.

Você também vai encontrar um Café Juan Valdéz a cada esquina de Bogotá. São vários, em todo canto da cidade, afinal de contas, é o mais famoso da Colômbia. Pare em um deles e experimente as delícias típicas da estufa.

>> Leia também: Comidas colombianas, quais pratos típicos provar

La Macarena
La Macarena é um bairro com graffitis e bons restaurantes
Zona T Bogota
Zona T
Zona T
A Zona T é formada por duas ruas fechadas para carros na Zona Rosa
Ajiaco
Ajiaco, prato típico da Colômbia

4. Cerros

Bogotá está a 2.640 metros acima do nível do mar e é cercada por montanhas majestosas. Alguns cerros, como são chamadas, são de fácil acesso e atraem turistas e locais atrás da vista deslumbrante da cidade. É o caso do Monserrate, a 3.152 metros de altitude, que pode ser acessado de teleférico ou de funicular (COP 20 mil – ida e volta / 12 mil aos domingos), ou a pé, caso esteja com tempo e disposição. Aos domingos, a montanha fica tomada de peregrinos que vão assistir à missa na Basílica Santuário del Señor Caído de Monserrate.

Lá no alto há banheiros, lanchonete, lojinhas e um restaurante, o Casa Santa Clara, que serve pratos típicos colombianos. Se quiser conciliar a visita ao cerro com um almoço apreciando a vista, chegue bem cedo ou faça uma reserva com antecedência.

Outro cerro famoso é o de Nossa Senhora de Guadalupe, do lado oposto ao Monserrate, onde há uma imagem de 15 metros de altura da santa que dá nome ao santuário. O acesso a este cerro é por transporte público. Mas se quiser fazer o passeio casado, vale a pena pegar táxi ou Uber de um cerro para o outro.

Teleferico Cerro Monserrate
Teleférico e funicular para o Cerro Monserrate
Cerro Monserrate
Do Cerro Monserrate é possível ver boa parte de Bogotá, com a Cordilheira dos Andes ao fundo

5. Free walking tour

Se quiser saber mais profundamente sobre a história de Bogotá – e da Colômbia -, procure por uma das opções de free walking tour:

O tour histórico da Beyond Colombia sai todos os dias às 10h e às 14h, do Museu do Ouro, com grupos em espanhol e em inglês. Esse passeio passa pelos principais pontos do centro histórico de Bogotá e conta um pouco sobre a origem de cada lugar.

Já o Bogotá Graffiti Tour é uma proposta alternativa que mostra um pouco da história e inspiração para os milhares de graffitis espalhados pela cidade. O passeio percorre alguns dos principais pontos onde a arte de rua nasceu e explica o porquê de cada estilo de mural. Sai todos os dias do Parque de los Periodistas, no centro de Bogotá, às 9h e às 17h. Esse tour é apenas em inglês.

Os passeios têm duração, em média, de três horas. No final de cada tour, você paga o quanto achar que o passeio valeu.

6. Catedral de Sal de Zipaquirá

A Catedral de Sal de Zipaquirá é uma das grandes atrações ao redor de Bogotá. O monumento é um santuário subterrâneo, considerado a 1ª maravilha da Colômbia.

A cidade de Zipaquirá fica a cerca de 50 quilômetros da capital colombiana. A Catedral de Sal fica dentro do Parque de la Sal, um complexo cultural e turístico com várias atrações, como tirolesa, muro de escalada, lanchonetes, museus, lojas e outros.

É possível conhecer a Catedral em um bate-volta a partir de Bogotá, saindo cedinho e voltando no final da tarde. É super fácil de chegar de transporte público.

Os ingressos para visitar a Catedral de Sal custam COP 57 mil – cerca de R$ 80,00 (jan/2019). Veja mais fotos de lá e confira como chegar no artigo abaixo:

>> Conheça a Catedral de Sal, a 1ª maravilha da Colômbia

Catedral de Sal
Uma das naves da Catedral de Sal
Catedral de Sal
Escultura na Catedral de Sal de Zipaquirá
Cidades da Colômbia para combinar: Cartagena das Índias

Um dos destinos favoritos de brasileiros que visitam a Colômbia, Cartagena é um paraíso banhado pelo mar do Caribe.

Cercada por uma muralha de 11 quilômetros, Cartagena é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade e caminhar pelas ruas estreitas com sobrados coloridos e flores nas janelas é uma das melhores coisas para se fazer na cidade.

Quem procura praia com mar azulzinho, encontra nos passeios de dia inteiro para a Isla del Rosario e para a Playa Branca. Reserve ao menos mais quatro dias de viagem para conhecer a região costeira da Colômbia.

 >> Guia de Cartagena: o que fazer, onde ficar e onde comer

Catedral de Cartagena
Catedral de Cartagena, no Centro Histórico
Playa Blanca
Isla Baru e Playa Blanca

A capital da Colômbia é surpreendente e merece mais do que uma cidade de passagem. Vale a pena conhecer mais da cultura e dos pontos turísticos de Bogotá!

Todas as dicas sobre a Colômbia:

Turismo na Colômbia: cidades para visitar e dicas essenciais

Vale a pena visitar a Playa Blanca, na Isla Baru?

Onde ficar em Cartagena: comparativo de bairros e dicas de bons hotéis

por Nange Sá

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