Serra da Bocaina, entre RJ e SP: guia completo para visitar + roteiros

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A Serra da Bocaina fica entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, em um trecho da Serra do Mar, e abrange áreas em diversas cidades do estado, como Paraty, Angra dos Reis, Ilha Grande, Ubatuba e são José do Barreiro.

A região conserva importantes atributos culturais e naturais, incluindo o Parque Nacional da Serra da Bocaina, uma das maiores áreas protegidas de Mata Atlântica. Com diferentes biomas, a Bocaina oferece praias, cachoeiras, trilhas e montanhas com altitudes acima dos 2 mil metros.

Nós amamos a Serra da Bocaina e preparamos um guia com os atrativos, como chegar e como visitar o Parque Nacional, qual a melhor época para ir, onde se hospedar e muitas dicas.

Como visitar a Serra da Bocaina: melhor época x roteiros

A Bocaina reúne atrativos no litoral e na serra, e o ideal é programar roteiros separando as regiões, visto que cada uma tem uma estação ideal para visitar. Por exemplo, a melhor época para visitar as cidades no litoral são os meses mais quentes. Já na região de serra, se o intuito for fazer trilhas, o ideal é visitar no inverno. Se a ideia for curtir as cachoeiras, vale a pena ir na primavera e outono.

Tenha em mente a quantidade ideal de dias para visitar com calma os atrativos de cada lugar, que estão agrupados de acordo com a proximidade. E não esqueça de conferir os links com os roteiros específicos:

Paraty: 3 a 5 dias | Trindade: 2 dias

Angra dos Reis: 2 dias | Ilha Grande: 5 dias

Trilha do Ouro: 3 dias | Cachoeiras do Parque Nacional: 3 dias

Pedra do Frade: 2 dias | Cachoeiras do Bracuí e do Rio Mimoso: 1 dia

> Atrativos da Serra da Bocaina: litoral

Paraty e Trindade

Paraty é um dos destinos mais ecléticos, que reúne atrativos naturais e culturais. Esse é um dos motivos que a fez ganhar o título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco. Essa é a primeira vez que o Brasil tem um sítio misto reconhecido por sua cultura e natureza, que estão muito bem representadas pelos casarões antigos e pelas belas praias.

Paraty está a cerca de 100km do Rio de Janeiro, e seus destaques são os passeios de barco pelas ilhas, as praias da vila de Trindade, principalmente as piscinas naturais do Caixa D’aço. A vila de Trindade, distante 24km de Paraty, é menor, mas tem praias lindas, como a praia do Sono, só acessível por barco ou trilha.

Paraty ainda tem vocação para o turismo gastronômico, com seus inúmeros bares e restaurantes de culinária local e internacional, sem mencionar os eventos famosos, como a Flip, uma das maiores feiras literárias do mundo.

Confira o artigo guia completo de Paraty com tudo que você precisa saber para organizar sua visita a esse destino que agrada em cheio.

centro historico paraty
Ponte no Centro Histórico de Paraty, com vista para a Serra da Bocaina
praia do sono trindade
Praia do Sono em Trindade

Angra dos Reis e Ilha Grande

A cerca de 160km do Rio de Janeiro, Angra dos Reis é conhecida por seu litoral repleto de praias incríveis, e por sua baía com 365 ilhas. Entre elas, está a Ilha Grande, que juntamente com Paraty, é Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco. A maior ilha está a 18,5km da costa e conta com mais de 100 praias, entre elas, Lopes Mendes, considerada uma das mais bonitas do Brasil. Praia do Aventureiro, onde está o “coqueiro deitado”, Parnaioca, belíssima praia isolada, e vila do Abrão, onde está a melhor infraestrutura turística, são outros pontos da ilha que merecem a visita. São diversos vilarejos, praias, cachoeiras, grutas, trilhas e picos, como o do Papagaio, a 982m. de altitude.

Confira nosso artigo sobre a Ilha Grande, veja como chegar, praias para visitar, onde se hospedar e tudo mais.

praia do aventureiro
“Coqueiro deitado” na praia do Aventureiro, Ilha Grande

> Atrativos da Serra da Bocaina: serra

Parque Nacional da Serra da Bocaina – PNSB

S E R V I Ç O

(12) 3117-2143 | www.icmbio.gov.br/parnaserradabocaina

Entrada: gratuita

Funcionamento: diariamente, das 6 às 18 horas, e entrada permitida até às 16h. É preciso autorização para pernoitar. Os veículos devem ficar na portaria, mas com autorização prévia, podem chegar até as casas de moradores ou pousadas no interior. A trilha principal também pode ser percorrida de bike.

Conheça os atrativos dentro do parque adiante.

Parque Nacional da Serra da Bocain
O Parque Nacional da Serra da Bocaina conserva uma das maiores áreas protegidas de Mata Atlântica

Trilha do Ouro ou Caminho de Mambucaba

O destaque dentro do Parque Nacional da Serra da Bocaina vai para o Caminho de Mambucaba, também conhecido como Trilha do Ouro. São cerca de 50km, geralmente percorridos em três dias. A principal portaria do parque fica a 28km de estrada de terra a partir da cidade de São José do Barreiro, que por sua vez, está a cerca de 73km de Resende e de Barra Mansa, ambas no interior do Rio. O caminho termina no sertão de Mambucaba, Angra dos Reis (RJ), onde é recomendado contratar um resgate para os 20km finais.

Os pernoites acontecem em fazendas dentro do parque, que oferecem uma estrutura simples de quartos ou campings, café da manhã e refeições. E de quebra, quem percorre a Trilha do Ouro, passa por diversas cachoeiras dentro do parque (veja abaixo).

Dicas: confira ofertas de hospedagem em São José do Barreiro e o grupo de expedições para a Trilha do Ouro.

Contatos úteis:

Kombi do Gordo: (012) 99166-5289 / 991-122-598: leva os visitantes até a portaria do parque, e faz o resgate em Mambucaba.

Mambutu Sertão: (024) 99237-3126: faz o resgate em Mambucaba.

Pousada Barreirinha: (12) 3117-2205 ou (12) 997-892-333: fazenda que eu recomendo para o primeiro pernoite.

Pousada do Tião: (12) 997-604-607 ou (12) 991-745-625: fazenda para o segundo pernoite.

OBS.: os custos são em torno de R$ 100 incluindo jantar, banho quente, pernoite em quarto coletivo com roupa de cama e café da manhã. Os valores do camping são entre R$ 15 e R$ 20, aí há opção de você levar seu jantar e café, ou contratar lá. +/- Café R$12 e Refeição R$25. Lembrando que esses eram os valores na época que eu fui, e podem ter sido reajustados.

Como chegar: São José do Barreiro está a cerca de 200km do Rio de Janeiro e a 278 de São Paulo. Quem sai de carro do Rio de Janeiro deve seguir pela rodovia Presidente Dutra (BR-116) até Barra Mansa, entrando na RJ-157 em direção a Bananal. A partir de São Paulo é preciso seguir pela rodovia Presidente Dutra e entrar em Silveiras ou Queluz, passando por Areias até São José do Barreiro.

Se precisar alugar um carro, a gente recomenda esse comparador de preços online. Com ele fica mais fácil encontrar o melhor preço e o melhor serviço entre as locadoras, ainda dá para parcelar e sempre tem promoções.

Leia nosso artigo sobre a experiência na Trilha do Ouro e veja mais detalhes, inclusive como chegar de ônibus.

trilha do ouro
Trilha do Ouro e suas pedras
Serra da Bocaina
Cruzando os rios da Serra da Bocaina

> Cachoeiras na parte alta do PNSB

Cachoeira de Santo Isidro

Com 70 metros de queda, a cachoeira de Santo Isidro dá as boas-vindas aos visitantes do parque, pois está localizada a apenas 1,5km da portaria de São José do Barreiro. O poço para banho é ótimo e o acesso é fácil, em uma entradinha à esquerda da trilha principal, percorrida em 10 minutos (são cerca de 40 minutos desde a portaria).

cachoeira santo isidro
Cachoeira de Santo Isidro, a mais próxima da portaria

Cachoeira das Posses

Esta queda está a 8km da mesma portaria, e bem mais próxima da Fazenda Barreirinha, que é um dos pontos de apoio dentro do parque. A trilha que sai do caminho principal tem cerca de 200 metros até a cachoeira das Posses, que tem 40 metros de queda e ótimo poço para banho.

Como não é possível entrar com carro no parque, uma boa dica para quem não vai percorrer o Caminho de Mambucaba todo, é fazer a trilha de 8km, pernoitar na fazenda, e voltar no dia seguinte.

Cachoeira das Posses
Cachoeira das Posses, a 8km da portaria

Cachoeira do Veado

Uma das mais extraordinárias cachoeiras da Serra da Bocaina, com três quedas, sendo a última, inacessível. A primeira queda fica a 20km da portaria de São José do Barreiro, perto da Pousada do Tião, um dos pontos de apoio. O poço para banho é ótimo. Já a segunda queda, com mais de 100 metros, tem difícil acesso e foi necessário usar 100 metros de corda para a descida final. A terceira é um mistério: não conheço ninguém que tenha ido e não achei informações na internet.

Cachoeira do Veado
Cachoeira do Veado, 1ª e 2ª quedas
Cachoeira do Veado
A magnitude da 2ª queda da cachoeira do Veado, na Bocaina

Cachoeiras do Bracuí e do Rio Mimoso

As duas cachoeiras têm quedas enormes e oferecem uma vista surreal da Baía de Angra dos Reis. Os acessos, por trilhas diferentes de 3 e 2km, respectivamente, ficas na Pousada do Rio Mimoso, na região conhecida como Brejal, zona rural a 33km de Bananal, em São Paulo.

Como chegar: Bananal fica no extremo leste do Estado de São Paulo, a 160km do Rio de Janeiro (via Dutra e BR-116) e a 310km de São Paulo (via BR-116). De lá, são mais 38km pela SP-247 até a pousada onde começam as trilhas (há placas).

Veja mais fotos e mais informações no nosso artigo sobre as cachoeiras do Bracuí e do Rio Mimoso.

Cachoeira do Rio Mimoso
Cachoeira do Rio Mimoso
cachoeira do Bracui
Cachoeira do Bracuí despencando na Serra da Bocaina

> Montanhas na Serra

Pedra do Frade

Essa formação rochosa peculiar tem um dos cumes que eu mais gostei de alcançar. A Pedra do Frade tem cerca de 1.500 metros de altitude e oferece uma vista 360º de tirar o fôlego, descortinando a baía da Ilha Grande, o litoral de Angra dos Reis e Paraty, e partes da Serra da Bocaina e da Serra do Mar. Ela pode ser vista de vários ângulos, inclusive do cume do Tira Chapéu, e da BR-101. A trilha é de difícil acesso e tem 30km de ida e volta, com um desnível elevado.

O melhor acesso fica próximo da região do Brejal já citada acima, em Bananal. Eu recomendo a leitura do nosso relato sobre a trilha da Pedra do Frade, que tem mais informações sobre a atração.

Contatos:

Pousada Brejal: (24) 999-933-999 tem Refeição a R$25 – Camping a R$15 – Quarto a R$50 e Café a R$12

Pedra do Frade
Pedra do Frade vista do mirante na trilha

Pico do Tira Chapéu

Com 2.088 metros de altitude, o pico do Tira Chapéu está entre os dez pontos mais altos do Estado de São Paulo e é o ponto culminante da Serra da Bocaina. Ele fica fora da área do Parque Nacional, mas o acesso fica próximo à portaria de São José do Barreiro, no km 24, pela fazenda Pinheirinho.  Há uma bifurcação com placas enormes. Impossível não achar! Mas perto do cume existem algumas bifurcações que requerem atenção. Do cume avista-se o Vale do Paraíba, Vale do Mambucaba e Paraitinga e, com tempo bom, o litoral.

Com 2.088 m. de altitude, o Pico do Tira Chapéu é o ponto culminante da Serra da Bocaina | Foto: Erick Eas

Mirante do Sobrado

Também próximo da portaria, tem cerca de 1.850 m. de altitude. Dele avista-se todo o vale do rio Mambucaba, a Pedra da Macela e a Pedra do Frade.

Pedra da Macela

Uma das montanhas de mais fácil acesso da parte alta da Serra da Bocaina, a Pedra da Macela tem 1.840 metros de altitude e oferece vista de 360º tanto do Vale do Paraíba quando do litoral. O melhor acesso fica em Cunha (SP), cidade localizada a 46km de Paraty. São 5km de estrada de cascalho desde a SP-171 (perto do km 65) onde inicia a trilha asfaltada de 2,5km. A subida é íngreme, mas curta e bem acessível.

Dica: confira ofertas de hospedagem em Cunha.

Eu conheci muitos atrativos da Serra da Bocaina em diferentes viagens para cada região. Passei por alguns lugares ainda pouco conhecidos, como o “sertão do onça”, a cachoeira e a gruta da Onça, o Pico do Gavião, que tem 1.600 metros de altitude em uma trilha a partir da Pousada Barreirinha, dentro do Parque Nacional. Ainda existem muitas cachoeiras e belezas a serem visitadas por lá!

Bocaina: de onde vem o nome?

Para os moradores da região, bocaina é um termo utilizado para denominar os vales que permitem a travessia de uma serra. Mas há quem diga que o nome é indígena e significa “jorro d’água que esguicha”. Ambos definem bem, porque vales, depressões e nascentes para todos os lados é o que não falta por lá.

Relato do meu percurso de 120 km na Serra da Bocaina

Foram 7 dias percorrendo parte da Trilha do Ouro, e de outras trilhas menos conhecidas, usadas por moradores locais. Nos encontramos em Barra Mansa (RJ) e fomos na Kombi do Gordo até a Fazenda Pinheirinho. Eu, Erick, Clara e Diego entramos em uma bifurcação errada, mas não foi por isso que não alcançamos o cume do Tira Chapéu. Caiu um temporal de repente, com raios que deram medo, rs. Estávamos quase lá, aos 2.000 mil metros, mas descemos correndo, e quando chegamos embaixo, o sol saiu de novo. Humpf.

Chegamos depois do horário permitido para entrar no parque e tivemos que dormir do lado de fora.

Estrada de acesso à portaria do parque
Estrada de acesso à portaria do parque

Domingo: Começamos a trilha do ouro, com direito a mergulho nas cachoeiras, e acampamos no fim da tarde na Pousada Barreirinha, do Tião. Choveu.

Vida sem Paredes - Serra da Bocaina (6)
Márcio Jr, 3 anos, Fazenda Barreirinha

Segunda: Eu e Erick subimos o Pico do Gavião cedo e começamos o segundo dia da trilha por volta da hora do almoço. Podemos dizer que por ali o tempo não passou e nem vai passar. A impressão de estar no meio do nada nunca caiu tão bem. São morros e mais morros verdes, molhados e… choveu de novo, claro! Acampamos no fim da tarde na Pousada do Tiãozinho (são muitos Tiões). Deixei minha bota secando no fogão de lenha e bebi uma tal cachaça de lá.

Pico do Gavião
Pico do Gavião, dentro do PNSB

Terça: Encontramos o Diego e a Clara, que tinham acampado perto do rio e fomos até a primeira e a segunda queda da Cachoeira do Veado. A segunda é enorme, parece um elo perdido, primitivo, grandioso e totalmente desafiador. Despedimos dos dois e partimos tarde.

O terceiro dia da Trilha do Ouro é só descida e termina na BR-101, na altura do Parque Mambucaba, também conhecido como Perequê, e vale a pena contratar um resgate para os últimos 20 km em estrada de terra.

Mas não foi isso que fizemos. Ao invés de descer, voltamos pela Trilha do Rio Gavião, usada apenas pelos moradores locais.

Paramos na casa da Dona Carmem, 86 anos, 14 filhos, memória viva da Bocaina. A gente não podia perder o cafezinho do fogão de lenha e um dedinho de prosa. Uma serenidade de fazer esquecer o tempo.

Dona Carmem
Dona Carmem

Continuamos. Anoiteceu e choveu. Mas nesse dia choveu forte, perdemos o rendimento e decidimos acampar no meio do nada às 21h. Dia longo.

Quarta: Partimos cedo rumo ao sertão do Onça, que já é fora da área do parque. Passamos na fazenda do Sr. Laudelino e compramos deliciosos queijos de búfala por R$ 10,00! Deixamos as coisas na Pousada da Onça e voltamos na Cachoeira da Onça (são muitas onças também!). Durante a noite, adivinha? Choveu! Mas dessa vez escapamos, porque eu acampei na varanda, já que não tinha ninguém além da gente, e o Erick se presenteou com um quarto.

Pousada da Onça: (12) 997-823-135 tem Refeição a R$25 – Camping a R$15 – Quarto a R$35

Cachoeira da Onça
Cachoeira da Onça

Quinta: Saímos cedo levando um bilhete para a Dona Ana, a senhora que mora nos arredores da Gruta da Onça. O bilhete era da nora dela, dona da Pousada. Ela fez questão de nos guiar até a gruta, e foi limpando os bambus caídos com uma foice e a habilidade fora do normal para uma senhora para lá dos seus sessenta anos que nos cobrou só R$ 5,00.

Passamos pela cachoeira da Gruta – ou do Quebra Cachorro, pelos nativos, e adentramos a gruta de 365 metros, que tem algo que faz as baterias da lanterna acabarem, fora o pó e os morcegos do tamanho de macacos. Na volta, ainda comemos doce de cidra e compramos licor de jabuticaba da dona Ana, e voltamos levando os pedidos do bilhete de volta, mas sem pressa, porque combinamos uma carona com uns trabalhadores que iam embora ao fim da tarde.

Cachoeira da Gruta ou do Quebra-Cachorro
Cachoeira da Gruta ou do Quebra-Cachorro

Depois da carona até o Chez Bruna, uma pousada da região, continuamos a pé até a Pousada Brejal, e chegamos na transição do dia para a noite. Era horário de verão. Nesse dia não choveu e a noite foi agradável, ainda mais depois do licor da Dona Ana.

Sexta: Saímos cedo para as Cachoeiras do Bracuí e do Rio Mimoso. De volta à pousada, saboreamos a deliciosa truta local, com o molho especial de pinhão – que estou tentando fazer e não acerto – da Estefânia, esposa do Sr. Carlinhos, dono da Pousada. O mesmo que nos convenceu a não ir em número reduzido à Pedra do Frade, que estava prevista para o sábado. Adiamos essa parte da Serra, mas voltamos depois.

Sábado: Saí cedo porque os horários de ônibus são reduzidos, e arrumei caronas até a rodoviária de Barra Mansa.

 

Serra da Bocaina – RJ/SP – Pontos visitados:

Serra da Bocaina: Pico do Tira Chapéu (2.088m), Casa de Pedra, Parque Nacional da Serra da Bocaina, Trilha do Ouro, Cachoeiras Santo Isidro, das Posses, dos Veados, Pico do Gavião (1.600m), Trilha do Rio Gavião (dos moradores locais), Região da Onça, Cachoeiras da Onça, do Espraiado e da Gruta, Gruta da Onça (365m de extensão), Brejal, Cachoeiras do Bracuí e do Rio Mimoso.

Nunca é demais lembrar: POR FAVOR, RESPEITE O AMBIENTE E SEUS MORADORES, E NÃO JOGUE LIXO EM LOCAL INADEQUADO. 😀

Leia também:

Passeio de escuna em Paraty

Trilha do Ouro na Serra da Bocaina

Praia do Sono em Trindade

 

A Serra da Bocaina é bonita, indecifrável, exótica, e está sempre chamando para conhecer seus mistérios, suas águas e suas histórias. Feche os olhos, encha o pulmão de ar e o olhar de gratidão.

Animou? Então boa viagem!

 

por Camila Coubelle

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Um blog sobre descobertas e viagens, ou vice-versa. Aqui você encontra muitas dicas, roteiros, guias de destinos incríveis pelo mundo. A gente divide nossas experiências para inspirar as suas.

5 comentários em “Serra da Bocaina, entre RJ e SP: guia completo para visitar + roteiros

  • Pingback:Trilha do Ouro: um caminho por cachoeiras e histórias | vida sem paredes

  • 16 de janeiro de 2017 em 10:24
    Permalink

    sabe dizer se é possível acampar em qualquer lugar da trilha? ou somente nos lugares pré determinados.. outra pergunta. é feita alguma revista nas mochilas para verificar se está sendo levado fogareiro e lampião:?

    Resposta
    • 16 de janeiro de 2017 em 11:01
      Permalink

      Olá Danilo. Quando fui para lá não revistaram e não era proibido levar fogareiro e lampião, mas te aconselho a ligar para o escritório do parque para esclarecer as dúvidas. O tel é (12) 3117-2143
      Abraços!

      Resposta
  • 19 de setembro de 2016 em 09:47
    Permalink

    […] ficar muito chato, sobre uma experiência que a Camila teve em uma dessas suas viagens solo. Foi na Serra da Bocaina, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ela voltou de lá contando a história […]

    Resposta
  • 26 de abril de 2016 em 17:49
    Permalink

    […] Trilha do Ouro, com 50 Km de caminhada pelos caminhos históricos por onde o ouro era levado de Minas até o Rio. […]

    Resposta

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