O que fazer em Cusco, Peru: guia com roteiros e dicas

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Cusco é uma das cidades mais importantes do Peru e foi o principal centro administrativo e cultural do Império Inca, lá pelos séculos XI ou XII. É por isso que suas ruas são carregadas de histórias e construções seculares, que impressionam pela grandiosidade e genialidade do povo que as ergueu.

A cidade está 3.400 metros acima do nível do mar e engana-se quem acredita que é apenas uma ponte para quem segue até Machu Picchu. Cusco tem atrações para todos os gostos: mochileiros, famílias, casais; uma gastronomia deliciosa – premiada no mundo todo -; e uma cultura pulsante, fruto da miscigenação entre as civilizações espanhola e andina.

Confira todas as dicas do que fazer em Cusco, onde se hospedar e onde comer. Saiba também qual é a melhor época para visitar a cidade e quantos dias dedicar para o passeio. Leia até o final e aproveite dicas essenciais para sua viagem.

Como chegar em Cusco

Não há voos diretos do Brasil para Cusco. A Latam oferece voos com escala em Lima, saindo de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Outra opção é comprar um voo para Lima e pegar outro avião low cost para Cusco. As empresas que fazem o trajeto são Viva Air Peru, Peruvian, Star Peru e Latam. Porém, esta opção pode sair mais cara e há reclamações quanto a atrasos das companhias. Veja ofertas de passagem aérea e coloque a capital do Império Inca no topo da lista dos seus próximos planos de viagem.

 

Viajar de ônibus de Lima até Cusco também é uma opção, porém, a viagem dura cerca de 22 horas e não é vantajoso para quem tem pouco tempo. As empresas que operam o trecho são Excluciva, Oltrusa e Cruz del Sur. Se optar pelo transporte terrestre, atente-se para o fato de que cada operadora sai de um ponto diferente de Lima.

Outra forma de chegar por terra é a partir de La Paz, capital da Bolívia, em uma viagem noturna que dura cerca de 14 horas, ou de Copacabana, em uma viagem de 10 horas. Há diversas empresas que oferecem os trechos e é possível comprar passagem no site oficial Tickets Bolívia.

Como sair do aeroporto

O Aeroporto Internacional Teniente Alejandro Velasco Astete fica bem perto do centro histórico de Cusco e é possível seguir de táxi direto para a sua hospedagem. Mas é preciso negociar o valor antes de entrar no carro, já que não há taxímetro nos veículos.

Os táxis legalizados, que ficam no estacionamento do aeroporto, costumam cobrar cerca de 20 soles pela corrida, mas dá para negociar. Se preferir pegar um táxi comum (em veículo mais simples), saia do aeroporto e pegue-o nas proximidades. Nesse caso, 10 soles está de bom tamanho para a corrida até o centro.

Outra opção é contratar um transfer do aeroporto para o hotel. O serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, e pode ser reservado aqui.

Se preferir alugar um carro, use esse buscador online para comparar preços de diversas locadoras, fica mais fácil encontrar a melhor opção.

Melhor época

A seca vai de abril a outubro e é a alta temporada (em julho, principalmente), pois a previsão de chuvas é menor. Portanto, é a melhor época para estar em Cusco (e Machu Picchu).

Os meses mais chuvosos vão de novembro a março, ou seja, uma época ruim para a viagem, pois os temporais são muito comuns naquela região.

Mesmo no verão, lembre-se de levar um bom casaco para Cusco. Por conta da altitude, as temperaturas são sempre amenas, girando em torno de 20° durante o dia e cerca de 10° à noite. No inverno, prepare-se para pegar temperaturas negativas.

Quantos dias ficar?

Há muitas atrações ao redor de Cusco e é possível fazer tours de um dia inteiro pelos vales e sítios arqueológicos. Se pretende visitar alguns desses lugares e ainda conciliar a viagem com Machu Picchu, separe ao menos 6 dias para cumprir os roteiros.

Se for fazer os trekkings pela Trilha Inca ou Salkantay, aumente a viagem para 10 dias.

Sugestão de roteiro:

Opção 1 – sem trilhas

Dia 1: Passeio pelo centro para aclimatação + City Tour

Dia 2: Vale Sagrado

Dia 3: Museus + Maras e Moray ou Vale Sul

Dia 4 e 5: Machu Picchu de trem

Dia 6: Centro de Cusco + compras e retorno

Opção 2 – com trilha Inca ou Salkantay

Dia 1: Passeio pelo centro para aclimatação + City Tour

Dia 2: Vale Sagrado

Dia 3: Museus + Vale Sul

Dia 4: Maras e Moray

Dias 5, 6, 7, 8 e 9: Machu Picchu pelas trilhas (Inca ou Salkantay)

Dia 10: Centro de Cusco + compras e retorno

Se tiver dias extras:

Montanha Winicunca

Obs.: A trilha Salkantay geralmente dura 5 dias, e a Inca dura 4. Se fizer a última, sobra um dia na sugestão de roteiro.

Você sabe o que é Soroche ou “mal da altitude”?

O soroche é um certo mal-estar causado pelo ar rarefeito. Pessoas que vivem mais próximas do nível do mar, quando estão em altitudes elevadas sentem de incômodos intestinais a fortes dores de cabeça, além da respiração, que fica mais rápida enquanto o corpo tenta se acostumar com o novo clima. O ideal, é se aclimatar durante um ou dois dias para aproveitar melhor a viagem. Os chás com folhas de coca, que são encontrados facilmente em regiões mais altas, podem ajudar a controlar os sintomas.

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Onde se hospedar (com dicas de bons hotéis)

Cusco tem milhares de opções de hospedagem e o ideal é ficar nos arredores da Plaza de Armas, praça principal da cidade, bem no coração do centro histórico. A praça concentra muitas opções de serviços, casas de câmbio, bares e restaurantes, agências, e é ponto de partida para visitar a maioria das atrações de Cusco.

Nao Victoria Hostel é um albergue muito bem avaliado que oferece tanto quantos privativos quanto compartilhados. E o Hostal Qosqo é um 3 estrelas com ótima avaliação. O Hostal Inti Wasi Plaza de Armas é bem conhecido e fica em um belo prédio colonial. Os três ficam bem perto da praça.            

Casa De Mi Abuelo Hostal e o Feel at Home são opções de hotel econômico bem avaliados.

Já o JW Marriott El Convento Cusco é uma opção 5 estrelas com ótima avaliação.

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Você também pode optar por um apartamento alugado pelo Airbnb e ganhar um voucher de R$130,00 para usar na sua primeira reserva. Pesquise pela melhor localização e não se esqueça de conferir as avaliações dos hóspedes anteriores.

Como funciona o Boleto Turístico de Cusco?

Antes de começar as atividades por Cusco, você precisa ter em mãos o Boleto Turístico, que engloba a entrada de várias atrações na cidade e no entorno, como o Vale Sagrado e o Vale Sul. Com ele é possível entrar nas atrações de forma mais rápida e sem filas.

Existem 4 tipos de boletos:

1 Boleto integral: acesso às 16 atrações

2 Sacsayhuamán: Sacsayhuamán, Q’enqo, Pukapukara, Tambomachay

3 Museus e Valle Sur: Museu Sítio del Qoricancha, Museu de Arte Contemporânea, Museu Histórico Regional, Museu de Arte Popular, Monumento ao Inca Pachacuteq, Centro Qosqo de Arte Nativo, Tipón e Pikillaqta

4 Valle Sagrado: Moray, Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero.

>> Você pode adquirir seu Boleto nas seguintes centrais:

DIRCETUR – Escritório de Informações Turísticas: Calle Mantas, 109

Central de Informações Turísticas: Av. El Sol, 103

O Boleto Turístico geral, custa em média 130 soles e os demais, 70 soles. Todos os boletos têm data de validade, que vão de 2 a 10 dias consecutivos, a partir da data da compra. Fique atento ao seu roteiro e programe os passeios a partir das datas fornecidas.

ATENÇÃO: o Boleto Turístico é pessoal e intransferível. É preciso apresentá-lo na estrada de todas as atrações descritas, junto com um documento de identidade. Guarde o boleto com atenção.

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O que fazer em Cusco: principais passeios

Vale Sagrado dos Incas

O tour passa por vários povoados e sítios arqueológicos às margens do rio Urubamba e faz parte dos mais de 50 mil quilômetros de caminhos Incas.

Entre as montanhas que abrigavam a civilização, passamos por Ccorao, Mirante de Taray, Pisaq, que une ruínas e um mercado de artesanato, Urubamba, Ollantaytambo e Chinchero, onde se pode acompanhar o processo natural de coloração das lãs de alpaca e vicunha.

As agências oferecem o passeio com van, guia bilíngue e opção de almoço incluído (de 30 a 45 soles).

Leia também: Valle Sagrado dos Incas

Ollamtaytambo
A vista surpreendente em Ollamtaytambo, uma das paradas do tour no Vale Sagrado

Machu Picchu

O passeio que tanta gente sonha em fazer é realmente indescritível. Estar na cidade perdida dos Incas, entre pedras meticulosamente trabalhadas e um profundo vale cercado de montanhas, nos dá ideia de estramos um outro universo. Machu Picchu é o mais importante passeio feito a partir de Cusco.

Existem várias formas de chegar a Machu Picchu: de ônibus + trem, pela Trilha Inca ou pela Trilha Salkantay. Você pode comprar o acesso à montanha diretamente em Cusco, mas é possível (e recomendado) comprar os ingressos para Machu Picchu, Montanhas Machu Picchu ou Huayna Picchu, com antecedência pelo site.
Geralmente, o passeio (se não for pelas trilhas) leva dois dias, sendo que o primeiro dia é dedicado para a viagem até Aguas Callientes, o pueblo aos pés de Machu Picchu. Sobra tempo para conhecer o pequeno povoado, que é muito interessante, e dormir cedo, para, no dia seguinte, visitar a Cidade Sagrada dos Incas, e voltar para Cusco.

Leia também: Como comprar o ingresso de Machu Picchu pela internet

Machu Picchu
Um dos lugares mais visitados do mundo

Vale Sul: Tipón e Pikillaqta

Em Tipón você vai encontrar várias terraças, idealizadas e construídas pelos povos ancestrais para o cultivo de grãos. O interessante do lugar são os aquedutos, que foram construídos com uma tecnologia incrível para a época.  Já em Pikillaqta, que foi construída pelo povo Huari (viveram por ali antes dos Incas) você verá construções diferentes, com pedras pequenas e barro nas casas e complexos agrícolas.

O passeio ao Vale Sul custa em torno de 70 soles, porém, as entradas para igreja de Andahuaylillas (15 soles) e para Museu Ritos Andinos (3 soles), além do Boleto Turístico, não estão inclusos.

Trilha Inca

Considerada uma das melhores caminhadas da América do Sul, a Trilha Inca é uma rota de cerca de 40 quilômetros através caminhos percorridos pelos Incas até Machu Picchu. O trekking dura 4 dias e 3 noites e passa por importantes sítios arqueológicos. Como tem limite de pessoas por dia (cerca de 200), as reservas costumam ser feitas com meses de antecedência.

Os preços do trekking pela Trilha Inca variam de acordo com a agência ou com os serviços oferecidos. Atualmente, o valor médio é de 600 dólares, incluindo a entrada para Machu Picchu, transporte de ônibus e trem, comida, guia profissional, cozinheiros, porteadores e equipamentos de camping.

As reservas devem ser feitas pela internet através de agências autorizadas pelo Ministério de Cultura do Peru.

Trilha Salkantay

Entre as diversas possibilidades para se chegar a Machu Picchu, nossa escolha foi a radical Trilha Salkantay, de 5 dias e 4 noites por cenários gelados e deslumbrantes da grande cordilheira de Vilcabamba, nos Andes. Com cerca de 74 quilômetros em altitudes elevadas, longe de tudo, a trilha tem beleza suficiente para compensar a subida e é mais barata e menos cheia do que a tradicional Trilha Inca.

O trekking, nos mesmos moldes da Trilha Inca, custa cerca de 249 dólares 5 dias, e 230 na versão 4 dias. Comprando o tour em Cusco, é possível negociar com as agências e ainda pagar em soles.

Saiba mais: Trilha Salkantay no Peru: como contratar e o que levar

Laguna Umantay
A Laguna Umantay é um dos pontos imperdíveis da Trilha Salkantay

Moray e Maras

Moray é um sítio arqueológico com especialidade em terraças de diferentes temperaturas, onde os Incas plantavam várias espécies de batata, utilizando de diversos climas em um único lugar. A entrada para Moray está inclusa no Boleto Turístico.

Já as Salineras de Maras são mais de 3 mil salinas (tanques enormes, usados para a extração de sal), de onde muitas famílias tiram seu sustento a partir de técnicas antigas, passadas de geração para geração. O valor de entrada nas Salineras de Maras é de 10 soles (não está incluso no Boleto Turístico).

A visita aos dois sítios é interessante para conhecer mais sobre a cultura peruana, além de estar em meio a lindas paisagens. A maioria das agências oferece o passeio casado para as duas atrações.

>> Você pode comprar um passeio de meio dia para Moray e Maras pelo GetYourGuide.

Winicunca, a montanha de 7 cores

A montanha colorida fica nos arredores de Cusco, a 5.200 metros de altitude. As cores são fruto da quantidade de minerais no solo e dão um charme todo especial ao lugar.

Embora sem muitos obstáculos, a trilha até a montanha é considerada difícil. São 6 quilômetros de caminhada e o ar rarefeito, aliado às diversas subidas íngremes, dificultam o percurso de quem não está bem aclimatado ou não está acostumado com tanto esforço físico.

As agências no centro de Cusco vendem os passeios em torno de 90 soles (com café da manhã e almoço incluídos) + 10 soles para entrar na trilha. Também é possível contratar no GetYourGuide.

O que fazer em Cusco: atrações dentro da cidade

Plaza de Armas 

A praça principal de Cusco é bastante movimentada. É em volta dela que estão as dezenas de agências que você, provavelmente, vai contratar seus passeios. Ali também estão os cafés e restaurantes charmosos, de onde se tem uma linda vista da cidade e da praça.

É na Plaza de Armas que estão igrejas centenárias, como a Basílica Catedral de Cusco (25 soles) e o Templo de La Compañía de Jesus. Dedique um dia (ou um turno) para passear sem pressa pelas ruas do entorno da Plaza de Armas.

Plaza de Armas Cusco
Plaza de Armas, onde tudo acontece em Cusco
Templo de La Compania de Jesus
Templo de La Compañía de Jesus
Catedral de Cusco
Basílica Catedral de Cusco
Arco Santa Clara
Arco Santa Clara, no Centro Histórico

Museus

Muitos dos museus de Cusco estão no centro e podem ser visitados com o Boleto Turístico. Você verá coleções de artefatos incas, peças coloniais, roupas, tecidos peruanos – feitos por Quéchuas e Aymarás – e todos os aspectos da cultura e da história desse gigante império. O Museu Histórico Regional e o Museu de Arte Popular são os mais conhecidos.

Museu Inka

Mercado San Pedro

O legal do mercado San Pedro, que fica no centro de Cusco, é que ele é típico local. É onde os cusquenhos compram de comida a roupas. Também tem bastante artesanato, lãs e outras coisas para trazer de lembrança para os amigos. Mas o que tem aos montes por lá são frutas, carnes e grãos como castanha, quinoa, chia e outros com precinho inacreditável.

Mercado San Pedro
Mercado San Pedro
É uma mistura de cores, sabores e aromas únicos

Centro Artesanal de Cusco

Outro ponto para compras e souvenires é o Centro Artesanal de Cusco, na Av. El Sol. É possível encontrar roupas, tapetes, chaveiros, cadernos, joias e itens de decoração.

É nesse centro que você vai achar os melhores preços de blusas de lã de alpaca ou vicunha. Mas lembre-se, as blusas de lãs originais e artesanais são bastante grossas e mais caras. As versões similares e industriais também são bonitas e podem compensar. Compramos as duas versões e dá para perceber a diferença. Ah, e não deixe de pechinchar, os peruanos estão sempre abertos a negociar.

City Tour

Diferente da maioria dos City Tours, em Cusco os passeios não se concentram apenas no centro da cidade e você pode optar pelos sítios arqueológicos de maior interesse na hora de contratar.

Os tours costumam ser agendados para o turno da tarde (de 14h às 19h) e custam em torno de 15 soles, fora o Boleto Turístico e algumas entradas em atrações, que são pagas à parte.

A vantagem de se contratar um City Tour é o transporte até os sítios mais afastados e o auxílio de guias para explicar cada atração.

Sítios arqueológicos:

Sacsayhuamán

Uma construção de mais de 10 mil anos, a 3.650 metros de altitude. Chamado de fortaleza, o sítio arqueológico funcionou como centro de cerimônias e estudos durante o Império Inca. Vale a visita por conta da história e pelas pedras gigantescas usadas na sua construção.

Q’enqo

São ruínas de um gigantesco templo religioso, onde é possível ver várias mesas destinadas a sacrifícios e galerias subterrâneas, onde eram embalsamados os corpos dos Incas mais importantes.

Pukapukara

Acredita-se que a construção era um forte militar, denominado “Fortaleza vermelha”. A fortificação é feita de grandes paredes, terraços e escadarias e era usada para a defesa de Cusco e do Império Inca. 

Tambomachay

É o sítio arqueológico dedicado à preservação e disseminação da água, com canais e tecnologias inventadas pelos Incas. Também é conhecido como Templo da Água.

Qorikancha

O Templo do Sol foi uma importante fortificação construída pelos Incas. No local aconteciam cerimônias e estudos de astronomia. Com a chegada dos espanhóis, grande parte do templo foi destruída, restando somente a base, feita para suportar terremotos (e já suportou dois). Depois da derrota do Império Inca, os espanhóis construíram um convento em cima das bases de pedra, criando uma arquitetura, no mínimo, diferente. O ingresso para a atração custa 15 soles.

Obs.: Alguns dos sítios arqueológicos mencionados acima podem ser incluídos no City Tour. Confira os itinerários das agências.

Cafés, bares e restaurantes

A gastronomia peruana é super saborosa e premiadíssima. Vale a pena dedicar um tempo para conhecer os restaurantes e cafés que estão no centro de Cusco. Os pratos mais comuns são o Ají de Galinha, Lomo Saltado, Ceviche e o Cuy. Se quiser economizar, busque pelos restaurantes com a placa de “menu turístico”. Eles têm preços especiais para viajantes com entrada, prato principal e sobremesa ou drinks.

Leia mais: Comidas peruanas: quais pratos típicos provar

Baladas

Altas horas da noite e os gringos se reúnem para uma noitada com drinks e música. Boates e pubs fervem após as 23h no entorno da Plaza de Armas. Vale a pena separar um dia para acordar mais tarde e curtir a noite cusquenha, afinal, a vida noturna é um ótimo lugar para interagir com gente animada do mundo inteiro.

Cusco
Muitos cafés na Plaza de Armas tem varandas
Pratos típicos do Peru
Outras informações:

– Brasileiros não precisam de visto ou passaporte para visitar o Peru. Basta o RG em bom estado e com menos de 10 anos de expedição. Se preferir levar o seu para garantir o carimbo de recordação em Machu Picchu, confira nosso artigo sobre como tirar passaporte.

 – A cidade base para a visita a Machu Picchu não é cara. A maioria dos passeios tem preço justo e os restaurantes oferecem menu turístico, com entrada, prato principal e sobremesa ou drink.

– As melhores casas de câmbio ficam ao redor da Plaza de Armas. Não troque dinheiro no aeroporto ou na rodoviária, somente o suficiente para usar até poder visitar uma casa de câmbio.

– Cusco é bem organizada para o turismo e há vários caixas eletrônicos e agências bancárias internacionais espalhadas ao redor da praça principal.

– Os táxis não têm taxímetro e é bom negociar o valor da corrida antes de entrar no carro.

– Você pode fechar todos os passeios em Cusco e pagar em soles. É bem tranquilo e a oferta de agências é grande, dá para pesquisar e pechinchar bastante sem perder muito tempo, já que é tudo em volta da praça.

– Use roupas confortáveis, tênis ou botas de caminhada e leve bastante água na mochila. Não se esqueça de ter um casaco sempre à mão, visto que as temperaturas em Cusco tendem a cair depois do pôr do sol.

– Não é difícil se comunicar em “portunhol”, mas tente aprender algumas frases para se comunicar melhor com os locais.

 

+ sobre o Peru:

Dicas infalíveis para o passeio em Machu Picchu

 

por Camila Coubelle e Nange Sá

Cusco: Get Your Guide 

 
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Vida sem Paredes

Um blog sobre descobertas e viagens, ou vice-versa. Aqui você encontra muitas dicas, roteiros, guias de destinos incríveis pelo mundo. A gente divide nossas experiências para inspirar as suas.

11 comentários em “O que fazer em Cusco, Peru: guia com roteiros e dicas

  • Pingback:Mochilão no Peru: como é a tirolesa em Santa Teresa | vida sem paredes

  • 16 de janeiro de 2018 em 16:10
    Permalink

    […] Após o jantar, ele distribuiu as entradas de Machu Picchu (exceto para nós, que compramos pelo site antes de ir), nos entregou os kits de café da manhã e os bilhetes do trem. Quanto mais tarde o trem, mais barato era o pacote da trilha e optamos pelo horário de 21h30, o que nos garantiu um preço excelente para o pacote: 575 soles por pessoa, sem o ingresso de Machu Picchu. Para o dia seguinte, nosso plano era jantar em Aguas Calientes mesmo e ficar no restaurante aguardando o horário do trem, já que nossas mochilas ficariam no hostel. A viagem levaria 1h45 até Ollantaytambo, onde uma van nos esperaria para mais 2h de viagem de volta a Cusco. […]

    Resposta
  • 13 de abril de 2017 em 14:26
    Permalink

    Camila boa tarde,
    Os vales do trem você comprou lá ? ou comprou antes também?
    O passeio do valle sagrada acaba por volta de que horas?
    Pensei em aproveitar e sair de ollantaytambo para aguas callientes.

    Resposta
    • 13 de abril de 2017 em 16:56
      Permalink

      Olá Sabrina! Os tíquetes do trem estavam incluídos no pacote da agência e compramos 2 dias antes lá mesmo em Cusco. Veja com a agência para você conciliar, pois quando fiz o passeio no Valle Sagrado, várias pessoas do grupo ficaram em Ollamtaytambo para pegar o trem (o guia os ajudou) para Aguas Calientes. Nesse caso, perdem o último lugar do tour no Valle, que é Chinchero. Tem post aqui no blog sobre o tour. Abraços!

      Resposta
  • 4 de janeiro de 2017 em 16:26
    Permalink

    Olá, Camila, Julio Raminho. Boas dicas, e trazem boas recordações de Cuzco e Machu Picchu. Abçs

    Resposta
  • 4 de janeiro de 2017 em 16:23
    Permalink

    Olá, Camila, Julio Raminho. Olhar em seu blog, sobre a viagem a Cusco e Machu Picchu, me trouxeram boas recordações, Realmente é maravilhoso. Parabéns pelo blog. Excelentes dicas. Abraço

    Resposta
    • 5 de janeiro de 2017 em 09:20
      Permalink

      Oi Julio querido! Obrigada pelo carinho e pelo feedback! Também tenho as melhores recordações de lá! abraços!

      Resposta
  • 2 de janeiro de 2017 em 11:12
    Permalink

    […] As melhores coisas para se fazer em Cusco […]

    Resposta
  • 8 de novembro de 2016 em 07:01
    Permalink

    […] estivemos em muitas cidades do Peru, mas Cusco basta para voltar de lá com uma experiência incrível pelos sabores desse país cuja base da […]

    Resposta
  • 22 de agosto de 2016 em 09:16
    Permalink

    […] saber o que mais tem de interessante em Cusco? Então confira aqui no Vida sem Paredes um post com dicas do que fazer na […]

    Resposta
  • 18 de agosto de 2016 em 10:07
    Permalink

    […] ânimo de seguir para o ponto de partida da Trilha Salkantay. Na esquina em frente ao hostel em Cusco, os minutos demoravam uma eternidade antes que a van nos pegasse para seguir a viagem de duas horas […]

    Resposta

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