O que fazer em Cabo Polônio, a vila roots no litoral do Uruguai

Atualizado em

Cabo polônio é uma pequena vila de pescadores no Uruguai, cerca de 260 quilômetros da capital Montevidéu, e a 100 quilômetros da divisa com o sul do Brasil. Conhecida por ser ponto de observação de baleias e por ser uma grande reserva de animais marinhos, a vila com estilo roots – sem energia elétrica e sem acesso por carro – é diferente de tudo que se conhece pelo mundo, e encanta por suas belezas naturais.

É um paraíso cercado de dunas, perfeito para desacelerar, e que vale ficar pelo menos 3 dias.

 

Confira o que fazer em Cabo Polônio, como chegar, como são as hospedagens e restaurantes, melhor época para visitar e tudo que você precisa saber para visitar.

Playa Sur Cabo Polônio
Playa Sur vista do Farol de Cabo Polônio
Reserva animais marinhos Cabo Polonio
Reserva de animais marinhos vista do Farol de Cabo Polônio

Como chegar em Cabo Polônio

Três empresas de ônibus ligam a cidade de Chuí/Chuy (para quem está no sul do Brasil) até Cabo Polônio. Vale lembrar que Chuí está a 260 quilômetros de Pelotas e a 500 de Porto Alegre.

Eu fui com a Ruta del Sol, que durante a temporada de verão tem dois horários de ida, às 9h30 e às 13h, e um horário de volta, às 6h50. A passagem custa 187 pesos (cerca de R$ 22,00 – mar/2019) cada trecho, e a viagem dura aproximadamente 2 horas e meia.

Ainda há a COT e a Cynsa, mas a melhor opção é conferir os horários na época da sua visita no site oficial do Turismo em Rocha. Os escritórios das três empresas ficam na mesma rua (Leonardo Oliveira) que cruza a Av. Brasil no Chuí e é bem fácil de achar.

Outras opções com baldeação são as cidades de Valizas e Castillos, que contam com mais opções de horários e estão a 12 e 25 quilômetros, respectivamente, de Cabo Polônio.

Quem vem de Montevidéu encontra ônibus às 6h na viação COT, e às 7h, 10h10 e 15h15 com a Rutas del Sol. A passagem custa 671 pesos (R$ 78,00) e a viagem dura entre 4 e 5 horas.

 

Quem vem de carro a partir de Montevidéu, usa a Ruta 9 até Rocha, e em seguida, a Ruta 10 (basta seguir a placa que indica Chuy) até Cabo Polônio, cuja entrada está no KM 246. Quem vem do Chuí, usa a Ruta 9 até Castillos, e, na rotatória de entrada na cidade, pega a saída para a Ruta 10, na placa que indica Aguas Dulces, Valizas e Cabo Polônio. Se precisar alugar um, compare preços de diversas locadoras aqui e parcele sem juros e sem IOF.

 

A vila está em uma área protegida do Parque Nacional Cabo Polônio, e os ônibus deixam os visitantes no terminal na entrada do parque, que está a 8 quilômetros da vila. No terminal tem banheiros, wi-fi e lanchonete. Ali é necessário comprar as passagens de ida e volta em um caminhão 4 x 4 até a vila (250 pesos uruguaios / cerca de R$ 30,00 – mar/2019). O trajeto leva cerca de 20 minutos e os horários variam na alta e na baixa temporada. No verão eram:

 

Ida: 5h30, 8h30, 9h30, 10h30, 11h30, 12h30, 13h30, 14h30,15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 20h

Volta: 6h, 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h

O primeiro horário de ida e de volta funcionam apenas de segunda a sexta.

Antes de visitar, consulte os horários no site do Turismo em Rocha.

 

Se estiver de veículo próprio, é obrigatório deixa-lo no estacionamento, que custa 190 pesos (cerca de R$ 22,00) por dia para carros, e 90 pesos (R$ 10,00) para motos.

Cabo Polonio Uruguai
Terminal de caminhões na vila

Como é a vila

Cabo Polônio não tem energia elétrica nem água encanada. Mas alguns hostels, hotéis e pousadas têm aquecimento solar, água quente, luz de led, poço e wi-fi. Durante a noite, todos os estabelecimentos usam luz de velas e fogueiras.

Não há ruas, apenas duas vias, Camino Posadas, onde está a maioria dos bares e restaurantes,  e Camino ao Faro. Também não há caixas eletrônicos (só no terminal da entrada do parque), mas há pelo menos três mercadinhos que vendem de tudo, incluindo vinhos que custam a partir de 157 pesos (cerca de R$ 18,50), pães, cervejas, água, comidas, etc.

Quase nenhum lugar aceita cartão, mas muitos aceitam reais, porém, o câmbio é pior. Eu levei pesos trocados em uma das várias casas de câmbio do Chuy, com cotação de 1 real = 8,5 pesos.

O lado sul da vila é o “lado rico”, salpicado de casas de veraneio brancas, e o lado norte é onde moram os menos de 100 nativos em casas e cabanas rústicas, e onde estão os hotéis e restaurantes. Veja o mapa:

Mapa Cabo Polonio
Clique para ver maior
Cabo Polonio Uruguai
Praça Central
Cabo Polonio Uruguai
Camino Posadas, onde estão os bares e restaurantes

Onde se hospedar no Cabo Polônio

Cabo Polônio tem muitos hostels – todos bem simples e a maioria com quartos mistos compartilhados -, nenhum camping e poucas pousadas. Um hostel muito famoso por lá é o Viejo Lobo. Eu fiquei no Lo de Peri, que surpreendeu pela hospitalidade. É um dos que tem aquecimento solar e café da manhã. Fica ao lado do terminal de chegada dos ônibus e a menos de 5 minutos das duas praias. Eu reservei pelo Airbnb (clique aqui para conferir e aproveite nosso voucher de R$130,00 para usar na primeira reserva no site).

Se você procura algo mais confortável, confira a Pousada Carmela, que tem quartos duplos com banheiro e quartos compartilhados, café da manhã e fica na rua dos bares; a Posada Mariemar; e o Hotel La Perla del Cabo, que tem vista para a praia Calavera e um dos melhores restaurantes da vila.

Confira outras ofertas de hospedagem em Cabo Polônio.

O que fazer em Cabo Polônio:

1. Playa de la Calavera (ou praia Norte)

Aparentemente, é a praia mais próxima da vila, pois vai beirando a “rua dos restaurantes”, Camino Posadas. Mas da localização em que eu estava hospedada a distância era a mesma – e bem curta – para as duas praias. A praia de Calavera é extensa, com mar agitado e areia mais escura. Dá acesso ao farol e à reserva de lobos-marinhos no canto direito, e às dunas móveis no lado esquerdo. 

É o lugar perfeito para ver o sol nascer.

Praia da Calavera
Sol nascendo na Praia de Calavera
Cabo Polonio Uruguai
A praia com o farol ao fundo, lá no canto está o acesso à reserva de animais marinhos

2. Playa Sur – Praia Sul

Essa tem areia mais branca e macia, e uma cara mais selvagem, embora o mar seja mais calmo. Em ambas as praias a água é cristalina, mesmo não tendo aquele tom azulzinho, e não é tão gelada como eu imaginei. No fim da tarde todos se reúnem na praia Sul para ver o sol se pôr.

DICA: à noite, na escuridão total, principalmente de março a abril, vá em uma das praias e pise na espuma das ondas para ver Las Noctilucas e seu fenômeno da bioluminescência.

Playa Sur Cabo Polonio
Praia Sul
No canto esquerdo da praia Sul está o “bairro” das casinhas brancas
Por do sol na praia Sul Cabo Polonio
O pôr do sol é incrível na praia Sul

3. Reserva de animais marinhos

O acesso à reserva de lobos-marinhos fica no canto direito da praia Norte, no fim do caminho dos restaurantes. São 700 metros de caminhada até as rochas próximas ao farol, onde estão as colônias de lobos, leões e elefantes marinhos. É possível observá-los durante o ano todo, mas no verão, período de procriação, eles estão mais alvoroçados.

Por ali, ainda é possível avistar aves, duas espécies de tartarugas marinhas, a de couro e a verde, toninhas, orcas, e a baleia franca austral, que pesa até 60 toneladas (a partir de julho, com mais intensidade entre outubro e dezembro).

Cabo Polonio Uruguai
Repare o caminho até a reserva e o farol
Animais marinhos Cabo Polonio
Há diversas pedras para sentar e observar os leões, lobos e elefantes marinhos
Cabo Polonio Uruguai
Elefante-marinho em destaque na foto do Turismo Rocha

4. Faro del Cabo Polônio

É possível subir os 132 degraus até o topo do farol – faça isso para ver o pôr do sol! – que tem 27 metros de altura e foi construído em 1881. A vista panorâmica da vila, das ilhas e das duas praias é sensacional de lá. Na entrada há um pequeno acervo de fotografias e informações sobre todos os faróis do Uruguai, animais marinhos, e história de Cabo Polônio e do farol, dos navios encalhados ali e tudo mais.

Ele é um dos ícones da vila, tombado como Monumento Histórico do Uruguai.

O acesso fica no canto direito da praia de Calavera (praia Norte), ou pelo Camino ao Faro, que cruza pelo meio da vila. A entrada custa 30 pesos (cerca de R$ 3,50 mar/2019), e o funcionamento é das 10h às 13h e das 15h até o sol se pôr.

Cabo Polonio
A vila e as duas praias vistas do farol. Repare no Camino ao Faro no meio e nas diferenças entre as casas do lado norte (à direita) e lado sul (à esquerda). Clique para ver maior.

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5. Dunas

As dunas de areias douradas na praia Calavera são uma das formações naturais incríveis da costa uruguaia. Em certos pontos é possível caminhar, em outros a gente afunda até os joelhos. O cenário é maravilhoso de lá, e vale a pena caminhar até a atração seguinte. Veja abaixo.

Dunas Cabo Polônio
As dunas de areias douradas são lindas e têm vista para o mar
Dunas Cabo Polonio
Atrás das dunas está o Cerro de la Buena Vista

6. Cerro de la Buena Vista

Após as dunas, a caminho de Valizas, a paisagem fica ainda mais fascinante, pois as areias se misturam com pedras enormes de diversos formatos. São 7 quilômetros de caminhada até o topo do cerro, e de lá é possível observar Cabo Polônio, Valizas (que está mais próxima), as ilhas e algumas lindas praias oceânicas.

A dica é traçar uma rota diagonal das dunas até o cerro para diminuir o caminho, ir até o arroio Valizas (barqueiros fazem a travessia por 50 pesos se desejar), e voltar pela orla. Será um total de mais ou menos 20 quilômetros, passando pelo marco histórico de 1750 que delimitava a primeira fronteira entre os impérios português e espanhol. Mas é possível retornar de ônibus a partir de Valizas (informe-se sobre horários na sua hospedagem antes de sair).

Cerro de la Buena Vista
Do Cerro de la Buena Vista avistamos Cabo Polônio, Valizas, ilhas e praias
Praias Cabo Polonio
Voltando do Cerro pela orla, passamos por algumas praias pequenas muito bonitas

7. Museo Espacio Sensorial

O pequeno e colorido museu localizado na Praça Central é uma atração nova e tem um acervo com fotografias e história da criação da vila. O mais interessante é que ele proporciona uma experiência sensorial de caminhar por Cabo na escuridão à noite, finalizando em um telescópio. Funciona de 12h às 20h e o preço sugerido é de 100 pesos.

O que comer e onde comer em Cabo Polônio

Espere encontrar muitos peixes, frutos do mar e o famoso buñuelo de algas (bolinho de algas), servido em quase todos os lugares. Pizzas também são famosas por lá, e claro, as empanadas!

Um lugar que adorei foi o Salsipuedes, em frente à Praça Central, que tem tortas e empanadas deliciosas – peça uma cerveja artesanal uruguaia Cabezas para acompanhar.

O Restaurante La Perla, com vista para o mar, no canto direito da praia Calavera, é o mais sofisticado de Cabo, e aceita cartão. Outros requisitados são o El Timbó e o Lo de Dani, mas minha dica é caminhar pela “alameda dos restaurantes”, o Camino Posadas, olhando o cardápio de todos para decidir em qual entrar. O Lobo Hostel Bar tem um restaurante com cardápio interessante, e o Comipaso La Majuga é tipo o restaurante barato que enche na hora do almoço.
Uma dica especial: compre o pão caseiro recheado com queijo, cebola e panceta (bacon) no mercado Almacén El Templao, onde aliás, funciona um museu cheio de antiguidades, conchas, minerais, fósseis e outras coisas interessantes.

Dicas para quem vai visitar o Cabo Polônio:

  • Brasileiros não precisam de visto ou passaporte para visitar o Uruguai. Basta o RG em bom estado e com menos de 10 anos de expedição.
  • Leve na bagagem apenas calçados e roupas confortáveis, já que a vila é bem despojada, mas não esqueça o agasalho, pois pode ventar bastante à noite, mesmo no verão.
  • Se você não vive sem tecnologia, esse lugar não é pra você! Respeite os costumes e moradores locais.

Melhor época para visitar:

O inverno é rigoroso nessa região, e o vento é constante por lá, inclusive no verão. Por isso, a vila recebe poucos ou nenhum visitante durante o inverno. Tanto que os horários de ônibus mudam, ficam mais escassos na estação fria, e alguns hotéis e restaurantes ficam fechados nesta temporada.

Em compensação, durante o verão, a visitação é intensa, tanto de estrangeiros quanto uruguaios. Janeiro e fevereiro são meses de lotação máxima e é preciso reservar hospedagem com antecedência. Dois períodos ideais para quem não quer muita muvuca são início de dezembro e início de março, quando a temperatura está agradável e a vila ainda não está cheia.

Nos arredores de Cabo Polônio:

A região do Rocha tem diversas outras cidadezinhas pequenas que são balneários procuradíssimos. Punta del Diablo, paraíso dos surfistas, é um deles. A cidade é um pouco maior, com várias cabanas aconchegantes.

Valizas, fica a cerca de 12 quilômetros e tem melhor infraestrutura, e é comum se hospedar por lá e visitar Cabo Polônio de bate-volta. Aliás, é muito comum a caminhada pela orla entre uma cidade e outra. La Pedrera e La Paloma são outras opções e uma boa dica é alugar um carro em Pelotas ou Montevidéu (clique aqui para fazer uma cotação) para visitar com mobilidade a costa uruguaia. Confira também como tirar o seguro Carta Verde, obrigatório para dirigir por lá.

É difícil imaginar que exista outro lugar no mundo como Cabo Polônio. Aproveite as dicas e vá logo conhecer!

por Camila Coubelle

Data da viagem: março de 2019

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12 comentários em “O que fazer em Cabo Polônio, a vila roots no litoral do Uruguai

  • 5 de abril de 2019 em 09:08
    Permalink

    cabo polonio ta na minha listinha de lugares pra visitar no uruguai, eu passei rapidamente pelo pais de roadtrip no inverno e muita coisa n dava pra aproveitar em uma semana ne

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  • 5 de abril de 2019 em 06:05
    Permalink

    Amei as imagens e as dicas. Não cheguei a ir em cabo apolonio, mas amei o Uruguai. Na próxima não deixarei de conhecer. Adorei todas as dicas.

    Resposta
  • 2 de abril de 2019 em 12:51
    Permalink

    Amei seu relato e suas fotos! Fui pra cabo polonio no inverno e realmente é muito diferente. Não tinha quase ninguém e o frio é desanimador. Mas foi apaixonante mesmo assim.

    Resposta
    • 5 de abril de 2019 em 16:58
      Permalink

      Nossa, não quero ver lá no inverno, se no verão já ventava tanto de noite, imagina no inverno?!

      Resposta
  • 1 de abril de 2019 em 18:57
    Permalink

    Fico muito triste por não ter conseguido ir em Cabo Polônio quando fui ao Uruguai, mas espero voltar ao país um dia e com certeza a cidade vai estar no roteiro! Gostei muito das dicas e das fotos!

    Resposta
  • 28 de março de 2019 em 19:16
    Permalink

    Estive em Cabo Polônio a 11 anos atrás, numa road trip pelo Uruguai.
    É um lugar mágico, deu vontade de voltar!

    Resposta
    • 29 de março de 2019 em 16:01
      Permalink

      Adorei lá! Agora quero voltar para conhecer outras cidadezinhas que faltaram, talvez em uma road trip! Abraços, Camila

      Resposta
      • 1 de abril de 2019 em 17:07
        Permalink

        Fiz uma viagem recente ao Uruguai mas ficou faltando esse lugar. Voltei frustrada. Mas… adorei saber que da para ir de Pelotas. Sem duvida vou incluir no roteiro de visita ao sul. Bjos

        Resposta

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