Como contratar o trekking no Monte Roraima com guias

 
O Monte Roraima é uma das montanhas mais surpreendentes da América do Sul e do mundo. É possível ir à uma expedição para lá diretamente com guias, mas, para isso, é preciso se organizar com antecedência e planejar documentação, reservas e tudo mais para que a expedição seja bem-sucedida.

Esse checklist de preparativos para ir ao Monte Roraima com guias vai auxiliar você a organizar sua expedição para um dos trekkings mais incríveis das Américas!

1º dia de trilha

Mirante La Ventana no cume

O Monte Roraima

 

Com a marcação oficial de 2.734 metros de altitude é o 7º ponto mais alto do Brasil, mas uma das suas peculiaridades é que ela se estende por três países – Venezuela, Brasil e Guiana.

Entre as formações geológicas mais antigas da Terra, está em um dos mais antigos e exóticos lugares do planeta, com cerca de dois bilhões de anos. Ele integra o grupo de montanhas chamadas de Tepui, com relevo raro em forma de mesa e tem o topo plano com cerca de 31 quilômetros quadrados.

Uma expedição para chegar ao cume do Monte Roraima e visitar as principais atrações leva entre 7 e 10 dias, percorre cerca de 90 quilômetros (dependendo das atrações visitadas) e embora a trilha comece na Venezuela, o melhor destino para quem pretende ir é Boa Vista, capital de Roraima. De lá, é possível seguir para Pacaraima, última cidade brasileira antes de atravessar a fronteira para a Venezuela. Depois dos trâmites na aduana, é preciso seguir para Santa Helena de Uairén, cidade-base de onde saem os transportes para o início da trilha, na comunidade indígena de Paraitepuy.

 

Como Contratar

 

É possível organizar uma expedição para lá de diferentes formas, com variados custos, sendo que ter um guia é obrigatório. Formas de organizar um trekking para o Monte Roraima:

  1. Por conta própria, contratando um guia antecipadamente e ele inclui jipe e porteador de banheiro, e se encarrega de contratar outros porteadores – como nós fizemos. É possível contratar pacote de alimentação e camping ou não.
  2. Com agências brasileiras – e uma das mais conhecidas é a Roraima Adventures. Nesse caso, eles organizam tudo e oferecem alimentação e camping.
  3. Com agências na Venezuela, principalmente em Santa Elena – é possível encontrar no Google.
  4. Por conta própria, contratando um guia na comunidade Paraitepuy – para isso você deve contratar um jipe (contato: Rainer +58 416 868 7574) para chegar de Santa Elena à comunidade Paraitepuy e acertar tudo (guia, porteadores e autorizações) diretamente na comunidade. Lá há opções de hospedagem e restaurantes caso seja preciso alguns dias para resolver isso, mas com sorte, creio que dois dias bastam. Essa opção é a mais econômica, mas é preciso estar com tempo.

Entre pacotes fechados ou por conta própria, nós escolhemos a opção 1 na lista acima, por ser uma alternativa com data certa, mais barata e mais flexível para que pudéssemos personalizar os trajetos e os pontos a serem visitados. Nós escolhemos levar toda a nossa alimentação e material de acampamento.

Fizemos contato com alguns guias, solicitamos orçamentos e combinamos previamente com o guia Imeru Alfonzo, que se revelou posteriormente uma excelente escolha, grande conhecedor, ótimo escalador e muito preparado e atencioso.

 

Confira nosso checklist para o Monte Roraima com guias:

 

  1. Preparo físico

 

O trekking no Monte Roraima é considerado de nível pesado. São pelo menos 80 quilômetros de caminhada em um lugar totalmente inóspito, com dificuldades de resgate caso haja algum imprevisto, com trechos sinuosos, rochas escorregadias, sol escaldante, animais peçonhentos e outros detalhes que exigem boa saúde, preparo físico, equipamentos técnicos e experiência em trilhas.

 

  1. Melhor época

 

O clima da região Monte Roraima é quente e úmido, com temperatura média de 25°C, mas em qualquer época do ano, as noites costumam ser frias em cima do platô. As chuvas lá são constantes, mas entre novembro e março ficam mais escassas e as trilhas são mais adequadas nesse período, porém, mais cheias. Nos meses mais chuvosos as cachoeiras e rios ficam mais volumosos, dificultando a passagem pelos rios Tek e Kukenan. Como é preciso pelo menos 8 dias para a aventura, muitas pessoas escolhem o período do Réveillon, Carnaval ou Semana Santa, épocas em que o Monte Roraima fica bem cheio e pode ser mais difícil encontrar vagas nos locais de acampamento. Nós escolhemos o período do Carnaval e estava cheio, mas tivemos sorte e, de acordo com nosso roteiro, quase não encontramos pessoas no topo. Segundo nossos ajudantes locais, entre maio e setembro a visitação é menor e as chuvas não são necessariamente mais intensas, visto que lá o clima é sempre imprevisível e o tempo muda repentinamente toda hora.

 

  1. Passagens

 

Minha dica é comprar as passagens aéreas para Boa Vista com bastante antecedência. Pretendia ir ao Monte Roraima em fevereiro, comprei as passagens em outubro do ano anterior e consegui um preço legal. Outra dica importante é dar dois dias de prazo antes e depois das datas de início e fim do trekking. Por exemplo, se você pretende começar dia 10 de fevereiro, compre passagens para o dia 08, pois se houver algum cancelamento de voo ou atraso, você ainda consegue manter a programação.

 

  1. Guia e porteadores

 

É possível contratar um guia facilmente. Eu tive indicações de vários amigos que já tinham feito isso e meu grupo orçou com vários, todos muito recomendados. Fizemos contatos pelo Facebook, WhatsApp e e-mail e só após muita conversa e avaliação de preços e vários aspectos sobre o tipo de expedição que pretendíamos fazer, decidimos por contratar o guia Imeru Alfonzo.

>> Detalhes:

Combinamos previamente com ele todos os detalhes como número de dias, lugares a serem visitados e sobre a nossa intenção de levar nossa própria alimentação e barracas.

O guia já nos passou o preço final incluindo o transporte de jipe entre Santa Helena e Paraitepuy (cerca de 90 quilômetros e 2 horas de saculejo viagem) + guia para até 8 pessoas + porteador de banheiro (item obrigatório, confira todas as regras de visitação nesse link). Nós ainda contratamos dois porteadores extras para levar nossa comida, e como o grupo era de seis pessoas, cada um tinha uma “franquia” de 5 kg de comida, visto que cada porteador leva até 15 kg. Ainda é possível contratar um porteador particular, pago à parte, ou contratar um pacote de alimentação (é preciso um número mínimo de pessoas para isso) e tudo pode ser combinado antes com o guia. em Paraitepuy, após o controle de entrada, é feita a conferência dos pesos e distribuição entre os porteadores.

  • Contatos:
  • Imeru Alfonzo: WhatsApp +58 414-1502438 │ +58 416-4116569 │ imerualfonzo@extremos.org.ve
  • Outros guias:
  • Wenber Asis +58-424-962-2689 │ Leopoldo Pilar Gonzales +58 424-911-5872
  • Gregory Lanz lanzhunter91@gmail.com  e lanzhunter@hotmail.com
  • Heber Herrera Arismendi +58 416-0948792 │ Meru Pahi/ Leonida Cliffe +58-414-185-119
  • Omar Perez +58 416-499-2491 │ Juan Pablo Perez +58 426-824-4583 │ Cesar Kahse +58 424-905-8077

Conferência de pesos com balança de mão

 

  1. Autorizações para o Monte Roraima

 

A entrada no Monte Roraima é gratuita, mas é preciso solicitar antecipadamente junto ao Parque Nacional do Monte Roraima (lado brasileiro) e ao InParques (lado venezuelano) uma autorização para entrar na área. Apenas o lado da Guiana não faz essa exigência e, dependendo da época, é preciso solicitar com antecedência, pois só é permitido entrar 50 pessoas por dia. Para fazer essa solicitação, um responsável pelo grupo precisa enviar dados de todo o grupo por e-mail, juntamente com os dados do guia (nomes completos e identidade ou passaporte digitalizados). Com as autorizações solicitadas, os respectivos escritórios responderão autorizando as retiradas, que podem ser feitas na véspera (ParnaRoraima) e no mesmo dia de início da trilha (InParques) em uma comunidade chamada São Francisco de Yuruani. O grupo vai usá-las para entrar no parque e assinar o controle de entrada no escritório em Paraitepuy e deve guarda-las com cuidado durante todo o trekking. Minha dica é fazer fotos para garantir.

 

ICMBIO – Parque Nacional do Monte Roraima 

  • Endereço: Av. Pan Americano S/N, BV-8, Pacaraima – RR
  • Horário de Funcionamento: 8h-12h e 14h-17h30
  • Telefone: (95) 3592-1085 / 3623-0473 / (61)3341-9784
  • E-mail: parnamonteroraima@icmbio.gov.br │ site

>> Entre em contato e solicite um PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA PARNARORAIMA

>> É preciso retirar as autorizações no escritório do ParnaRoraima no horário comercial, das 9h às 17h (endereço acima). Fica bem perto da fronteira e pegamos antes de atravessar.

>> Atenção ao fuso horário com 1 hora a menos em relação à Brasília.

 

InParques – Instituto Nacional de Parques

  • Telefone: +58-426 898 7945
  • E-mail: inparquesbolivar2013@gmail.com │inparquescoordinacionbolivar@gmail.com
  • Coordinadora del setor: Candelaria Loyola

>> Entre em contato e solicite um PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO INPARQUES

>> É preciso retirar as autorizações no escritório do InParques no horário comercial, a partir das 8h. Fica em São Francisco de Yuruani, no caminho para Paraitepuy, onde começa o trekking, e basta pedir para o jipe parar lá na ida.

Uma das autorizações

Escritório do InParques no caminho para Paraitepuy

 

  1. Reserva de hospedagem em Santa Helena de Uairén

 

Depois de pesquisar em vários relatos, escolhemos a Pousada L’auberge, no centro de Santa Helena de Uairén, por ser muito bem recomendada. É preciso reservar com antecedência e é possível entrar em contato com eles por e-mail. Eles enviam o número de uma conta no Brasil com informações para fazer um DOC para assegurar a reserva.

Dica: outras hospedagens costumam ficar sem água quando estão muito cheias e essa geralmente não tem problema com isso.

 

Posada l’AUBERGE

  • Endereço: CalleUrdaneta, Santa Elena de Uairén, Bolívar, Venezuela
  • Telefone: +58 289-9951567
  • E-mail: l.auberge@hotmail.com
  • Confira os tipos de quartos no site da pousada.

 

  1. Onde comprar gás para os fogareiros?

 

Para evitar problemas no embarque, deixamos para comprar os botijões de gás para os nossos fogareiros em Boa Vista. Fizemos uma lista de lojas de aventura e entramos em contato antes, a fim de reservar e não correr o risco de não encontrar. Pesquisamos na internet e fizemos uma lista com as opções de lojas, entramos em contato com algumas e escolhemos essa por sua localização:

 

CASA TIRO CERTO

  • Avenida das Guianas, 1474, LJ B, São Vicente, Boa Vista
  • Tel: (95) 3623-0341
  • Preço: R$ 19,0 (na época)

 

OBS.: Nosso tempo em Santa Helena foi pouco, mas não achamos lugares com botijões a venda no centro e, segundo informação local, é difícil encontrar por lá.

 

  1. Qual dinheiro levar?

 

A moeda usada na Venezuela é o bolívar, mas muitos lugares aceitam reais. Na época em que visitamos a cotação estava 1 real = 1000 bolívares, mas ao pagar em reais em algum estabelecimento lá perde-se um pouco.

A pousada nos cobrou em reais e o guia nos cobrou uma parte em dólares e uma parte em reais. Eu, particularmente, troquei apenas os dólares necessários e mais um pouquinho de reserva. O restante do dinheiro levei em reais e trocamos e um lugar confiável indicado pelo nosso guia. Isto porque os porteadores são pagos em bolívares (300 mil bolívares por 8 dias na época, que dava cerca de 300 reais).

 

  1. Vacina contra Febre Amarela

 

É recomendado que você esteja vacinado contra febre amarela pelo menos 10 dias antes de ir para a Venezuela e que emita seu Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), ou, simplesmente, a carteira de vacinação internacional. Eu já tinha emitido esse certificado há mais de um ano e ele tem a mesma validade da vacina, isto é, 10 anos. É bem simples de resolver essa etapa. Após tomar a vacina, leve o cartão devidamente preenchido com a data de administração, fabricante e lote da vacina, assinatura do profissional que realizou a aplicação e identificação da unidade de saúde onde ocorreu a aplicação da vacina até um Centro de Orientação para a Saúde do Viajante. Você pode fazer um pré-cadastro no site da Anvisa para agilizar o processo, mas é necessário retirar pessoalmente. Confira mais detalhes no site e localize o centro mais perto de você.

> Consulte as recomendações e exigências da Anvisa em cada país nesse site.

 

  1. Táxi de Boa Vista para Santa Helena

 

A viagem entre Boa Vista pode ser feita de 3 formas:

  1. Táxi Comum
  2. Táxi Lotação: R$ 50,00 por pessoa ou R$ 250,00 por grupo
  3. Ônibus: R$ 40,00 na Viação Rivaltur, saída às 7h da Rodoviária de Boa Vista
  • Rodoviária de Boa Vista: (95) 3623-9446

 

De táxi comum é a opção mais cara, e de ônibus é a opção com menos flexibilidade, pois há poucos horários. Escolhemos o táxi lotação, que faz parte de uma cooperativa, sai de um terminal próprio em Boa Vista e trabalha naquele esquema de que o carro sai quando completa o número passageiros. Nós entramos em contato antecipadamente para verificar preços e combinar com um taxista e deixamos tudo previamente acordado tanto para a ida quanto para a volta e ainda solicitamos que ele nos buscasse no Aeroporto em Boa Vista. A viagem que leva cerca de 3 horas, eles param na fronteira para resolvermos a documentação e vão até Santa Elena, que está certa de 10 minutos depois da fronteira. Entre em contato com a cooperativa nos números abaixo ou diretamente pelo WhatsApp dos taxistas cooperados que nos atenderam, que foram ótimos.

 

Cooperativa de Transporte Alternativo de Pacaraima e Boa Vista – COOTAP

  • Lotação de passageiros, Fretes e Encomendas. Pontos de saída:
  • Terminal do Caimbé em Boa Vista:(95) 3623-0017 / 3625-1214
  • Terminal Rodoviário em Pacaraima: (95) 3592-1047 / 3592-1622
  • Táxi do Mineiro: (95) 98109-8008 e seu filho Daniel (95) 99156-3828
  • OBS.: há opções que cabem até 6 pessoas, com a bagagem amarrada em cima.

 

  1. Aduana – IMPORTANTE!

 

Lembre-se que o fuso horário lá tem 1 hora a menos em relação ao horário de Brasília e programe-se para cruzar a fronteira em Pacaraima dentro desses horários. Se possível, chegue com antecedência pois o trânsito de pessoas é intenso e gera filas.

 

Passaporte ou identidade?

Cidadãos brasileiros e estrangeiros residentes no país podem viajar pelo Mercosul e Estados Associados sem passaporte. Basta apresentar a carteira de identidade (RG). Os países são: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

Inclusive, é mais rápido usar apenas o RG (não serve carteira de habilitação), pois com o passaporte será preciso sair do Brasil e carimbar o passaporte na Polícia Federal e depois carimbar novamente no lado venezuelano e preencher a solicitação de entrada (permisso) no trailler SENIAT que fica do lado esquerdo. Isto é, com o passaporte, serão duas filas na ida e duas na volta. Com o RG é possível ir direto ao trailer e será apenas uma fila em cada trajeto. Não entre na Venezuela sem essa solicitação pois a fronteira tem muitos problemas com contrabando de gasolina, garimpo e outros. Nós passamos por três barreiras de policiamento no lado brasileiro e mais três da Guarda Nacional no lado venezuelano, e comunicamos sobre a ida ao Monte Roraima. Em nenhuma nos pediram para nos revistar, mas vimos outros carros sendo revistados.

  • Funcionamento da Aduana Venezuelana: 8h às 18h
  • Funcionamento da Aduana Brasileira: 08h às 21h

Fronteira

Trailler SENIAT

 

  1. Lista de contatos de emergência

 

O Monte Roraima está em uma região inóspita de difícil acesso e é preciso muito cuidado e preparação para visitar. Para finalizar nossos preparativos para a expedição, organizamos uma lista com contatos dos consulados brasileiros na Venezuela e dos consulados venezuelanos no Brasil, incluindo o plantão de emergências e deixamos arquivado nos telefones celulares de todos os membros. Faça download da lista nesse link e guarde também.

 

> Essa preocupação nos leva a outra dica importante que é sobre contratar um seguro viagem. Se você preferir, faça uma cotação através desse link, use nosso CUPOM DE DESCONTO EXCLUSIVO e ganhe 5% de desconto no seu seguro viagem.

Cupom: VIDASEMPAREDES5

 

  1. Regras de visitação ao Monte Roraima

 

Antes de ir, confira as regras de visitação através desse link e coloque em prática durante sua experiência nesse lugar mágico do planeta.

Lembre-se também que para as comunidades indígenas de lá, os platôs e montanhas locais têm um significado mais profundo, e são considerados como mundos habitados por espíritos. Respeite a cultura, as crenças e lendas do Monte Roraima.
 

  1. Ajuda para a comunidade Paraitepuy

 

Esse último é um item que não entrou nos nossos preparativos pois só soubemos após a nossa expedição para o Monte Roraima. Mas eu recomendo que entre nos preparativos de todos os nossos leitores. Os indígenas pemón da comunidade Paraitepuy trabalham principalmente com o turismo no Monte Roraima e muitas coisas simples para nós, como uma pilha para lanterna, por exemplo, são de difícil acesso para eles ou são muito caras na Venezuela. Sem o auxílio e conhecimento dos nossos ajudantes tudo seria mais difícil, sem mencionar que eles são pessoas simples e adoráveis, sempre solícitos e dispostos a nos ajudar. Nós doamos vários equipamentos para eles ao fim do trekking e estamos organizando outras doações para enviarmos. Portanto, se for possível, inclua nos seus preparativos alguns itens para levar para os porteadores que você vai contratar, como pilhas, lanternas, luvas, bonés, isolantes, anoraks e até barracas, caso você tenha alguma sobrando, ou alimentação. Qualquer coisa será de grande importância para eles e eu tenho certeza que ao fim do trekking você se sentirá muito feliz em ajuda-los.
 
Após essa série de preparativos antes de ir ao Monte Roraima com guias, só resta lidar com a expectativa! Eu e meu amigo Erick Eas planejamos tudo com antecedência para o nosso trekking de 8 dias no Monte Roraima e nossa expedição foi um sucesso. Agradeço a ele e também aos amigos Alexandre, Helena, Lucio e Maria, que foram sensacionais. Nossa experiência lá foi incrível, o lugar é surpreende e extraordinariamente bonito! Gratidão!

Em breve: resumos de gastos no trekking do Monte Roraima e muito mais. Acompanhe!

Helena, eu, Maria, Lucio, Miguel (um dos porteadores), o guia Imeru, e Erick

Monte Roraima: 2.734 metros de altitude
Data da viagem: fevereiro/março de 2017
Por Camila Coubelle

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