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6 coisas imperdíveis para ver no Museu da Amazônia

 

O MUSA – Museu da Amazônia é um enorme Jardim Botânico localizado na Reserva Florestal Adolpho Ducke que seduz o visitante por suas veredas, suas trilhas em meio à mata, seu acervo sensorial cheio de verde, aromas, folhas, troncos, cipós, fauna, flora e visões deslumbrantes da natureza. Ao lembrar do Museu da Amazônia, me recordo do momento em que toquei na resina do breu branco, uma árvore amazônica, como se tivesse tocando em sua alma. Seu aroma ficou na minha mão lembrando o quão impressionante é a flora pulsante do lugar.  Imagine um museu vivo, em plena Floresta Amazônica, de braços abertos para você? Descubra o que há de impressionante nesse espaço bacana de Manaus e confira como é a visita na atração que já é uma das mais visitadas da cidade. 

 

Entrada

Tenda Branca: entrada do MUSA

Ponto mais alto da torre de observação

6 coisas imperdíveis para ver no Museu da Amazônia

 

  1. A Torre de Observação

Torre de observação

Se os 242 degraus da torre não tirarem seu fôlego, a visão do alto de seus 42 metros de altura o fará. A imagem é simplesmente estupenda! Sei que o barato é ver o sol colorindo o céu de laranja e gerando um contraste com o verde, mas a neblina do dia em que eu estive lá também deu um charme cintilante à copa da floresta, infinita vista dali. Dos seus 3 mirantes – em 14, 28 e 42 metros, podemos ver três estágios diferentes da mata, igualmente lindos. Não posso negar, as árvores gigantes são as minhas preferidas!

O passeio guiado até a torre sai a cada meia hora, dura cerca de 40 minutos e custa R$ 20,00.

Vista de cada estágio da torre de observação

 

  1. O Lago das Vitórias-Régias

Lago das vitórias-régias

Flor da vitória-régia

Repleto dessas plantas enormes cuja flor é uma obra-prima, o lago é um convite para voltas e mais voltas ao seu redor, a fim de avistar de perto um dos símbolos amazônicos. O lago está no circuito da visita guiada ao Museu.

 

  1. As serpentes

Viveiro das serpentes

São duas espécies de serpentes peçonhentas e cinco de não peçonhentas em aquários de um laboratório e viveiros externos. Jararaca-do-norte, cascavel-de-quatro-ventas, suaçuboia, jiboia, jiboia-arco-íris, cobra-cipó e a sucuri, a maior de todas. Algumas parecem pintadas à mão, e muitas tinham acabado de trocar de pele quando visitei. Algumas delas estavam penduradas em troncos dentro dos aquários, imóveis como pedras.

 

  1. A Exposição Peixe e Gente

Exposição Peixe e Gente: armadilhas

Exposição Peixe e Gente: cipós

Você não poderia imaginar a destreza das armadilhas feitas pelos povos do Alto Rio Negro com cipós e talas de paxiúbas. Nessa exposição do Museu da Amazônia, descobrimos que cada peixe e cada canto do rio exige uma armadilha diferente, arte que eles dominam com maestria e nos mostram em fotos e reproduções das armadilhas.

 

  1. Os Laboratórios

 

Há dois aquários no Museu da Amazônica, nos quais podemos apreciar os peixes da região. Na tenda de entrada e ao lado do lago das vitórias-régias vemos jaraquis, pirarucus, pirararas e até o poraquê, peixe elétrico que emite descargas em suas presas. Além dos aquários, há laboratórios experimentais de borboletas, cigarras e aracnídeos. Mas o legal mesmo é ter a sorte de cruzar com uma das 500 espécies de borboletas que estimam ter na Reserva Adolpho Ducke.

 

  1. As Trilhas

A Reserva Florestal Adolpho Ducke é uma das poucas florestas primárias em área urbana do mundo. São troncos, folhas, galhos, cipós, insetos, flores, aromas, cores e segredos guardados ali há milhares e milhares de anos. Um convite para caminhar com olhos atentos a todas as maravilhas que o lugar esbanja.

 

Dicas para quem vai visitar o Museu da Amazônia:

 

  1. Esse é o único museu de Manaus que abre às segundas.
  2. Aproveite um tempinho na lanchonete e experimente uma de suas tapiocas deliciosas, acompanhada de um cafezinho.
  3. Leve protetor solar e repelente.
  4. Há banheiros e bebedouros no Museu.
  5. Não esqueça a capa de chuva, principalmente na estação chuvosa (março a agosto).
  6. Para observar aves, o nascer ou o pôr do sol é preciso agendar (R$ 50,00).
  7. Visite a lojinha com cartazes de pinturas do artista da etnia desana, Feliciano Lana, catálogos da exposição ‘Peixe e Gente’ e camisetas.
  8. A vantagem de fazer a visita guiada é contar com as explicações do monitor.
  9. Não esqueça de ler nos espaços do Museu da Amazônia sobre o mito do Diabo sem Cu e a origem dos sarapós, o mito de Diadoe e a origem do matapi e dos pirarucus e traíras, e o mito de Kamaueni e a origem do aracu-de-pau e outros peixes.

Confira outras fotos do Museu da Amazônia:

 

Área de lanchonete e banheiros

Tem uma aranha dentro da flor?

Vista da torre de observação

S E R V I Ç O

MUSA – Museu da Amazônia (Jardim Botânico)

  • Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n, Cidade de Deus, Manaus – AM
  • Tel.: (92) 3582-3188 | 99280-4205
  • Funcionamento: Diariamente (exceto quartas-feiras), das 8h30 às 17h (entrada até às 16h), às quartas, somente por agendamento
  • Ingressos: Visitas guiadas: R$ 10,00 | Subida na torre: R$ 20,00 | Visitas guiadas + subida na torre: R$ 30,00 (aceita meia entrada, menores de 5 anos não pagam)
  • Confira mais informações no site.

 

Como chegar no Musa

 

Nos informamos no Balcão de Atendimento ao Turista no Mercado Adolpho Lisboa e nos indicaram 3 Linhas de ônibus que saíam em frente à Catedral Nossa Senhora da Conceição, ali pertinho do mercado – 679, 448 e 676. Essa última foi a primeira que passou e a que embarcamos (R$ 3,80 – março de 2017). A viagem levou cerca de 1 hora e o ponto final fica em frente ao MUSA, basta se informar com o trocador.

Mas no site do Museu da Amazônia há informações de linhas de ônibus a partir de vários pontos da cidade, além de como chegar de carro.

 

Onde se hospedar em Manaus

 

Nós ficamos no EcoSuites Hotel Manaus, localizado no Centro Histórico. O hotel é todo novo, confortável, tem um atendimento e limpeza impecáveis e um precinho muito em conta. Fica a poucos metros da Praça Heliodoro Balbi (Praça da Polícia), perto de tudo e no meio da maior parte das atrações.

Confira outros detalhes do hotel e como foi nossa experiência lá nesse link ou reserve na Booking.com através desse link.


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Manaus – AM: cerca de 1,8 milhões de habitantes | 110V
Data da viagem: março de 2017

por Camila Coubelle

Sobre Vida sem Paredes

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