Relato e dicas da travessia do Salar de Uyuni, na Bolívia

 

Travessia do Salar de Uyuni. Falta o ar. Estamos a 3.656 metros acima do nível do mar. Falta o ar. E nem é por causa da altitude. Falta o ar. O coração meio que dispara e bate devagar ao mesmo tempo. Falta o ar. E sobra vontade de ficar ali contemplando tamanha genialidade da natureza. Não falta nada. Ao ingressar rumo à travessia do Salar de Uyuni, sete corações, sete pares de olhos atentos, tomam conta da atmosfera fria da Bolívia.

Confira em detalhes como funciona a travessia do Salar de Uyuni, o deserto de sal da Bolívia que é uma atração incrível e muito procurada. Vamos listar todas os pontos de interesse visitados, como foram os locais de pernoite, alimentação, além de muitas dicas, começando por essa: consulte aqui ofertas de passagem aérea.

>> Consulte depois nossos artigos sobre como contratar o passeio no Salar de Uyuni  e sobre como é a cidade de Uyuni, onde começa o tour (veja aqui as opções de hospedagem lá).

 

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Travessia do Salar de Uyuni – 1º dia: Vilarejo Colchani, Cemitério de Trens, Monumento Dakar, Praça das Bandeiras, Isla del Pescado

 

Gérson, nosso guia, não era de muitas palavras. Somente nos indicou que estávamos indo pra o Cemitério de Trens. Piscamos e já começamos a avistar os trens. Ou o que restou deles. São muitos. Incontáveis. Cada um faltando um pedaço diferente. Ficamos ali por meia hora como crianças em um parque de diversão, buscando o melhor ângulo pra foto, o trem mais alto pra subir, vasculhando a melhor maneira de avistar o horizonte azul e infinito.

Os viajantes mais desavisados, que não abasteceram a mochila com lanches ou água, têm, ali, a última oportunidade de comprar seus apetrechos. Há uma vendinha modesta em meio aos esqueletos dos trens. O preço é tão salgado quanto o deserto, mas há quem queira pagar. No vilarejo de Colchani também há artesanato típico para olhar por horas. Mas o tempo é curto!

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Trens
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artesanato em Colchani

Agora sim, partimos rumo a travessia do Salar de Uyuni. O solo branco chama atenção de longe e “uaaaau” surge como uma expressão singular em todas os sotaques dentro do carro. O céu limpinho, de um azul ainda sem nome, ajuda no processo de “apaixonamento”. Visitamos o Salar de Uyuni em abril, estava frio, mas isso não nos impediu de sair do carro e viver intensamente aquela experiência.

Contratamos o tour pelo Salar de Uyuni no dia anterior à viagem, e nele estava incluso almoço, jantar e hospedagem para todos os dias. Depois de uma pequena parada para fotos, fomos almoçar em um dos hotéis de sal espalhados pelo deserto. A comida, levada pelo nosso guia, era de encher os olhos, tanto pela fartura, quanto pelo sabor.

Mas o que chama a atenção nessa parada não é a comida, e sim um monumento dedicado ao Rali Dakar, que passa por lá desde 2014. A escultura é gigante e feita toda com tijolos de sal. Ponto certo para fotos e poses caprichadas. É também ali, o endereço da “praça das bandeiras”, uma estrela de sal com mastros de bandeiras de algumas partes do mundo. É lindo vê-las cantando com o vento. Um dueto e tanto!

No carro, um objeto me chamava a atenção: um dragão de brinquedo. Ficava me perguntando qual era a finalidade daquilo dentro do jipe. Quanta inocência! Era óbvio e eu não havia me atentado. Fotos! Muitas fotos em perspectiva. Era essa a nossa atividade após o almoço. E quem não queria simular o ataque de um dragão? Ser guerreiro ou até fugir dele… Todos queriam. E todos tiveram seu momento. A felicidade ali era tão grande, todos estavam tão alegres e sorridentes. Era bonito de ver. Era, sobretudo, gostoso estar ali. E esse momento já valia por toda a viagem.

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Pulem, muchachos!
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a imensidão branca
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Praça das Bandeiras
Vida sem Paredes - Salar de Uyuni dia 1 (11)
Ojos del Salado, de onde saem águas com propriedades medicinais
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Monumento Dakar
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o restaurante de sal
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foto em perspectiva

 

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Última atração: Isla del Pescado – Pernoite em Coqueza

 

O próximo passo foi conhecer a Isla Del Pescado. “Uaaaau”, de novo. Uma protuberância no meio do deserto, com cactos de mais de 10 metros de altura. Parada obrigatória. Para subir, bastava pagar Bs. 30. A Isla Incahuasi, alcunha oficial, parece te levar pra dentro de um filme de ação. Fiquei com a impressão de que o Indiana Jones poderia aparecer ali a qualquer momento. Não seria nada mau (risos).

O dia foi puxado, muita informação, muito sol, muita adrenalina. Talvez por isso a noite tenha chegado sem ninguém se sentir cansado. Junto com a noite, veio o frio e a despedida de alguns colegas que compraram o passeio por um dia apenas.

Quem vai passar os três dias por ali segue, então, para Coqueza, um povoado aos pés do vulcão Tunupa. Já imaginou passar a noite em um hotel feito de sal, com o Salar de Uyuni na porta de casa e um vulcão no quintal? Eu nunca havia imaginado, mas agora posso dizer que é uma sensação maravilhosa. A partir daí, uma sequência de coisas quentinhas: chá, banho (quem quiser, precisa pagar Bs. 10), sopa, jantar, cama.

O trajeto do dia seguinte já estava planejado. Só nos restava dormir a guardar energias para as próximas emoções.

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cactos gigantes
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na ‘porta’ da Isla Incahuasi
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a bailar (!)

 

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Travessia do Salar de Uyuni – 2º dia: Vulcão Thunupa, Laguna Colorada, Lagunas Honda e Hedionda, Vulcão Ollague, Árbol de Piedra

 

É incrível como aquela manhã silenciosa fazia tanto barulho dentro da gente. É, barulho. Talvez por conta do coração, que batia acelerado. Não demorou muito e o sol começou a iluminar nosso dia que mal tinha começado. Poucas vezes na vida presenciei cenas tão bonitas. O sol, dourado, intenso, refletindo na imensidão branca foi mesmo um momento inesquecível.

Retornamos ao hotel para o café da manhã e, em seguida, partimos para o nosso segundo dia de travessia do Salar de Uyuni.

Seguimos para o povoado de San Cristobal, onde almoçamos e partimos rapidamente rumo à Laguna Colorada. Estávamos muito excitados para ver os flamingos e as águas coloridas que envolvem o deserto.

Agora não tem mais imensidão branca, mas tem um caminho lindo, cheio de plantações, pedras e animais típicos da região, como as lhamas e as vicunhas. Uma fofura só! Mas o caminho era longo e a ansiedade só aumentava.

Algumas paradas acalmaram nossos corações, como na Laguna Cañapa, de onde avistamos o Vulcão Ollague, na fronteira da Bolívia com o Chile. Ainda passamos pelas lagunas Hedionda e Honda. Cada uma com sua beleza, mas a mais esperada era mesmo a Laguna Colorada.

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Amanhecer no Salar
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Espelhos d’água
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Vulcão refletido no coreto da pracinha de Coqueza
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Foi sensacional ver o sol refletindo no vulcão Thunupa
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Com a nossa amiga francesa na laguna

 

Parque Nacional Eduardo Avaroa: onde estão Árbol de Piedra, Laguna Colorada e outras atrações do deserto de sal

 

No meio da tarde o vento parecia querer dançar com nossos cabelos e cachecóis. Chegamos na Árbol de Piedra, uma incrível formação natural localizada no deserto de Siloli, que ganhou o formato de uma árvore graças à constante erosão causada pelo vento, implacável a essa altura do deserto.  A região é recheada por rochas vulcânicas erodidas ao longo do tempo, mas a “árvore” é a que mais chama a atenção. Inexplicável.

Nesse ponto, passamos por muitas pedras, inclusive algumas que furaram o pneu do nosso jipe – lembra do que falei sobre estar pronto pra imprevistos? – mas o “poderoso Gérson” estava lá pra nos salvar… e o jipe que estava atrás também. Faltava pouco para conhecer a tão aguardada Laguna e seus flamingos.

Ao chegarmos, a alegria era a única sensação mais forte que o frio. Lá estava ela, vermelha, rosa, não sei o ao certo, tomando conta da paisagem desértica. Os flamingos davam o tom de contraste e o vento assoviava ao pé dos nossos ouvidos.

Aquela cor indefinida, aquele som de valsa que o vento fazia, aquilo não precisava de muito tempo pra ficar na memória. A Laguna Colorada está no topo dos lugares mais bonitos da travessia do Salar de Uyuni, com certeza. Pelo menos para mim.

Hora de dar as costas e trilhar pelo deserto mais uma vez. Finalizamos mais um dia carimbando nosso passaporte no Parque Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, parada obrigatória, visto que precisamos pagar Bs. 150 para acessar as lagunas.

Seguimos para o hotel, para as nossas comidas quentinhas, para o vinho que ganhamos e para descansar, principalmente. O dia seguinte começaria às 3h30 da manhã. O último dia pelo Salar de Uyuni nos reservaria gratas surpresas.

Vida sem Paredes - Salar de Uyuni dia 2 (13)
Árbol de Piedra
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Totem na laguna Canapa
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Deserto
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Laguna Colorada
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Gratidão!

 

Travessia do Salar de Uyuni – 3º dia: Gêiseres, águas termais, Salar Capina, “Itália Perdida”

 

Prepárense, mañana levantarse a las cuatro y salió a las cinco de la mañana.” Foi dessa maneira que Gérson, nosso guia, se despediu do grupo no hostel. Quando estávamos nos preparando para dormir no quarto modesto e de luz fraca, sabíamos apenas que o terceiro dia de travessia do Salar de Uyuni nos reservaria grandes emoções. Só não sabíamos quais, exatamente. De uma coisa tínhamos certeza: seria uma noite fria, muito fria. E fomos dormir com o vento assoviando do lado de fora, como uma sinfonia, sem hora para acabar.

Depois de um completo café da manhã, às cinco da manhã, lá estávamos nós, ainda embriagados de sono, seguindo rumo aos 4.850 metros de altitude do Gêiseres “Sol de Mañana”, uma área desértica de cerca de dois quilômetros, ao sul da Laguna Colorada. Gastamos cerca de uma hora até chegar ao nosso destino.

Ao avistar as fumaças saindo de dentro da terra, ninguém mais pensou em frio e todos, sem exceção, saltaram incrédulos do carro. Nas crateras, as lavas vulcânicas ferviam e se transformavam em vapor e fumaça, faziam barulhos estrondosos e exalavam um forte cheiro de enxofre. Isso sem falar no frio cortante a quase cinco mil metros acima do nível do mar.

As plumas esfumaçadas de vapor eram gigantes. Nada tinha sido tão estranho. Parecia um outro planeta, ou na Lua, talvez. Logo o sol apareceu e sinalizou que era hora de partir. Ficamos lá por cerca de 40 minutos.

Refleti, naquele momento, o quanto esse passeio superou completamente minhas expectativas. Pensei que, se outros lugares quisessem me surpreender, teriam que ser muito bons mesmo!

Partimos dali rumo às piscinas de águas termais, águas aquecidas por atividades vulcânicas. Uma bela experiência dentro do Parque Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa. É preciso pagar Bs. 6 para entrar na água. O ambiente parece o de um clube, desses que tem em todo lugar, com muita gente, vestiários e restaurante. Nosso guia nos dá uma hora para o banho. Hora de enfrentar o frio e vestir biquínis e sungas.

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Gêiseres “Sol de Mañana”
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Gêiseres “Sol de Mañana”

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Imprevistos do tour no Salar de Uyuni

 

Dentre as localidades programadas para o último dia, aquela seria a última, pois as lagunas Verde, Vinto e Negra estavam indisponíveis para visitação por causa dos fortes ventos da noite anterior. Uma pena! Além disso, este foi o ponto onde nos despedimos de uma companheira de viagem que seguiu para San Pedro do Atacama com outro grupo.

Continuamos com nosso grupo, agora com cinco pessoas e nos divertimos com os 38 graus que fazia embaixo d’água. Só debaixo mesmo, porque do lado de fora o termômetro marcava 6 graus.

No caminho para o povoado de Vila Alota, onde nosso almoço seria servido, paramos para admirar o Salar Capina. É de lá que os locais retiram o sal para comercializar. É bem menor, mas tem uma beleza única, ainda mais quando o branco do sal contrasta com o céu azul e a paisagem verdinha ao redor.

Rochas, deserto e plantações se misturam a grandes rebanhos de lhamas e alpacas. E, ao chegar na cidade, outra surpresa, as casas se multiplicam por entre as rochas gigantescas, como em um cenário de filme medieval, ou algo do tipo. Com certeza, um lugarzinho bem simpático e tranquilo para recarregar as energias.

Após o almoço, seguimos para outro lugar inesperado, uma enorme e linda região de formação de rochas vulcânicas. Eram a “Copa do Mundo” e a “Itália Perdida”. Uau! Como as rochas se encaixaram bem com a paisagem. Meus olhos brilharam em uma mistura de satisfação e tristeza. Aquele era o último lugar, a última parada.

Vida sem Paredes - Relato e dicas da travessia do Salar de Uyuni, na Bolívia: Salar Capina
Salar Capina
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“Itália Perdida”
Vida sem Paredes - Relato e dicas da travessia do Salar de Uyuni, na Bolívia: Itália Perdida
“Itália Perdida”
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o verde do caminho
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Salar Capina ao fundo

 

Final do passeio no Salar de Uyuni

 

Dali, voltamos para Uyuni, onde nosso mochilão pegaria novamente a estrada. Tão bom partir com o coração cheio de coisas boas, mas também seria bom ficar um pouco mais. Esse misto de emoções nos acompanhou pelos 25 dias de viagem. Deixamos um pedacinho de nós a cada parada e levamos um pedacinho do que vimos na memória e no coração.

Conhecer, ver e tocar o Salar de Uyuni foi, com certeza, a realização de um sonho e cada passo foi dado com todo amor do mundo, talvez por isso tenha sido tão especial. Talvez por isso ainda lembre de cada momento dessa história. Que bom poder contar minhas emoções e inspirar você!

Chegamos de volta em Uyuni por volta das 17 horas, a tempo de comer e comprar uma passagem para La Paz (os ônibus partem entre 20 e 23 horas).

>> Leia também: Gastos do mochilão Bolívia-Peru

 

Relato e dicas da travessia do Salar de Uyuni, na Bolívia

Data da Viagem: abril de 2016
Por Nange Sá

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7 comentários em “Relato e dicas da travessia do Salar de Uyuni, na Bolívia

  • 3 de agosto de 2016 em 07:08
    Permalink

    […] Travessia do Salar de Uyuni: 1º dia […]

    Resposta
  • 4 de agosto de 2016 em 07:09
    Permalink

    […] aqui no blog Vida sem Paredes quais foram as nossas sensações no primeiro e no segundo dia de tour pelo Salar de Uyuni. Também foi […]

    Resposta
  • 4 de novembro de 2016 em 08:12
    Permalink

    Por qual agência vocês fizeram o passeio do Salar?

    Resposta
    • 13 de março de 2017 em 11:43
      Permalink

      Que legal que gostou Marcia, obrigada!

      Resposta
  • 15 de agosto de 2018 em 20:49
    Permalink

    […] também nosso Relato da Travessia do Salar de Uyuni, contando em detalhes como […]

    Resposta

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