Dicas de passeios e atrações em Manaus

 

Manaus, capital do Amazonas é muito mais que porta de entrada para a Floresta Amazônica e todos os seus encantos. A cidade com natureza exuberante e vasto potencial turístico agrada os que desejam um tour histórico, os que querem conhecer a cultura local e os que querem provar uma gastronomia única repleta de peixes, farinhas e frutas típicas, e claro, os que querem contato com as praias e paisagens únicas da Amazônia. É base para diversos tipos de passeios pela floresta tropical, para observação de pássaros, animais e plantas endêmicas, porém, Manaus consegue atender tanto os que desejam uma visita breve quanto os que desejam uma imersão profunda, em tour mais longos.

Manaus concentra prédios históricos dos tempos da exploração da borracha, quando atraiu muitos “barões da borracha”, viu sua economia se movimentar e recebeu grande influência europeia. Era conhecida como a “Paris dos Trópicos”. Seu Centro Histórico está próximo do Porto de Manaus, de onde saem diversos barcos para outras cidades da região Norte. Aliás, muitas delas só acessadas por rios. O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, localizado dentro da cidade, recebe voos diários de todas as partes do país, cheios de turistas de todas as idades, sem falar nos muitos visitantes internacionais. É comum ver famílias, casais e jovens, cada um com um interesse diferente e uma expectativa em relação a cidade.

Preciso te prevenir de que será impossível conhecer tudo que Manaus é capaz de oferecer em pontos turísticos e passeios. Minha dica de roteiro requer pelo menos 5 dias na cidade. Confira onde se hospedar, onde comer e o que fazer em Manaus na nossa lista dividida em:

  • Atrações Culturais, que cita programas em museus e espaços dentro da cidade
  • Atrações Naturais, com passeios ao ar livre nos arredores da cidade

 

> Ahh, para facilitar, a lista tem referências de como andar a pé no Centro Histórico, o que é bem simples, já que quase tudo está perto do Teatro Amazonas, da Praça Heliodoro Balbi e do Porto de Manaus.

Faça as malas com roupas leves, já que o clima é agradável até no inverno, e prepare-se para um destino que todo brasileiro merece conhecer!

Manaus – porta de entrada da floresta Amazônica

Melhor Época

Dependendo da época, visitamos duas Amazônias bem diferentes. Na estação seca de setembro a fevereiro o nível das águas baixa e várias praias se formam. De março a agosto, estação chuvosa, o nível das águas aumenta em até 15 metros, formando os igapós e igarapés. O clima é ameno até no inverno, mas durante o verão a sensação térmica é ainda maior devido à umidade. Setembro é o mês mais quente. Estivemos em Manaus no mês de Março e choveu quase todos os dias. A capa de chuva foi fundamental!

 

Dicas de passeios e atrações em Manaus

 

Atrações Culturais

  1. O Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, é um cartão-postal e patrimônio arquitetônico da capital amazonense. Sua cúpula pode ser vista de vários pontos, feita com cerâmica esmaltada e telhas vitrificadas que remetem às escamas do pirarucu, peixe comum da região, conhecido por ser um dos maiores de água doce. É possível fazer uma visita autoguiada com o auxílio de totens, ou guiada, mas fique atento ao horário, já que o último grupo guiado sai às 14h. O tour (R$ 20,00) com cerca de 50 minutos percorre o teatro, as galerias internas e algumas exposições permanentes que apresentam figurinos, peças antigas e um pouco da história do lugar, que é a maior representação da riqueza amazonense no período da extração da borracha, e nos leva por um passeio pela “Belle Époque”.

Dica: o Teatro Amazonas tem programação cultural de terça a domingo, com entrada gratuita terça e quarta. Assistimos a apresentação da Amazonas Jazz durante a nossa viagem, mas na mesma semana teve espetáculos de dança e teatro.

 

Teatro Amazonas

  1. Em frente ao teatro estão o Largo São Sebastião e a Igreja São Sebastião, dois pontos de grande circulação de turistas. Ali está o monumento comemorativo à Abertura dos Portos do Amazonas. No largo há vários barzinhos com mesas do lado de fora que ficam bem cheios à noite, inclusive durante a semana. A igreja fica iluminada e ainda mais bonita nesse horário.

Parte do Largo São Sebastião e Palácio da Justiça ao fundo

Monumento à Abertura dos Portos e início da movimentação nos bares do Largo

  1. Bem próximo ao teatro estão o Palácio da Justiça e o Museu Casa Eduardo Ribeiro, duas construções de época em estilo neoclássico. O Museu apresenta a história do ex-governador, conhecido por transformar Manaus.

 

  1. Descendo a Avenida Eduardo Ribeiro, a menos de 10 minutos do teatro estão a Praça Heliodoro Balbi e o Palacete Provincial. A praça, também conhecida como “Praça da Polícia”, conserva um ar antigo entre os jardins. Cercada por duas grandes avenidas – 7 de Setembro e Getúlio Vargas – em seu entorno há vários pontos de ônibus com linhas de acesso a vários pontos da cidade. O Palacete Provincial abriga 5 museus de Manaus: a Pinacoteca do Estado, o Museu da Imagem e do Som do Amazonas, Museu da Numismática, Museu de Tiradentes e Museu de Arqueologia.

Arquitetura em ferro na Praça Heliodoro Balbi

Palacete Provincial

  1. Ainda na Avenida 7 de Setembro, em direção ao lado oposto ao da praça, chegamos ao Palácio Rio Negro, cuja arquitetura demonstra o porte das residências nos tempos em que Manaus era considerada a “Paris dos Trópicos”. Hoje, é palco para diversas manifestações culturais.

 

  1. Próximo a ele, seguindo pela mesma avenida e entrando à esquerda, está o Museu do Índio, um lugar interessante para conferir roupas, adornos, cerâmicas, armas, utensílios e peças produzidas por tribos de diversas etnias da Amazônia.

 

  1. De volta à praça e descendo uma das ruas que a circundam, chegamos na Catedral Nossa Senhora da Conceição e no Relógio Municipal, atrações de onde já avistamos o Rio Negro. A igreja é uma das primeiras grandes obras arquitetônicas da cidade, com data de 1878. Em todo o Centro Histórico os casarões e prédios antigos contrastam com construções mais recentes.

 

  1. Com mais 5 minutos de caminhada chegamos ao Porto de Manaus, o maior porto fluvial do mundo, bastante movimentado. O porto é uma atração à parte – você vai achar curioso os postos de gasolina dentro do Rio Negro. Ali podemos observar o cotidiano de tantas pessoas que vivem e trabalham nas águas enormes dos rios locais. Muitos barcos de todos os tamanhos e com diversos destinos, com redes penduradas e aquele entra-e-sai de cargas. É engraçado constatar que a maioria dos barcos são pintados de azul, vermelho e verde. Há alguma explicação para isso?

 

  1. Perto do porto está o Palácio Rio Branco, com exposições sobre a história do poder legislativo no Amazonas, e o Museu Paço da Liberdade, que abrigou o governo provincial e hoje abriga exposições, pinacoteca, mobiliário antigo e a história de Manaus.

 

  1. Caminhando pela “orla”, chegamos ao Mercado Municipal Adolpho Lisboa, o lugar mais frequentado de Manaus durante os meus dias por lá. É tanta coisa interessante para se ver, comer, ouvir e admirar… O Mercado é o lugar ideal para conhecer ervas da região, produtos típicos e comprar artesanato. Com arquitetura em estilo Art Nouveau, é tombado como Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) e é um dos mais importantes exemplares mundiais da arquitetura de ferro.

Fachada do Mercado Adolpho Lisboa

Lado do mercado voltado para o Rio Negro

 

[ DICAS ]

  1. Os museus ficam fechados às segundas e, dependendo da temporada, podem fechar às 14h nos demais dias da semana.
  2. Com exceção do Teatro Amazonas, as demais atrações custam R$5,00 ou têm entrada gratuita.
  3. Pegue mapas e folhetos no balcão de atendimento ao turista do Mercado Adolpho Lisboa ou no escritório no Largo São Sebastião e consulte os endereços, telefones e horários de funcionamento.
  4. Uma alternativa para quem não quiser circular a pé pelo centro é fazer o City Tour e conhecer os pontos principais. Consulte com a Agência Fontur (92) 3658-3052.

 

Atrações Naturais

 

  1. Outro importante cartão-postal de Manaus é o Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões, um fenômeno natural único que atrai muitos visitantes em um prazeroso passeio de barco. O fenômeno acontece em decorrência da diferença entre a temperatura, a densidade e a velocidade da correnteza das águas dos dois rios. Enquanto o Rio Negro corre a 2 km/h com temperatura de 28ºC, o Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 22ºC. As águas escuras do rio Negro são mais ácidas, enquanto as do Solimões, de cor barrenta, têm mais sedimentos, com isso, elas não se misturam e correm lado a lado por 6 quilômetros, gerando o fenômeno que é um dos mais fantásticos pontos turísticos do Brasil. É lá que “começa” o Rio Amazonas!

Há muitos formatos de passeios para o Encontro das Águas, que incluem refeição e/ou outros pontos. Fizemos todos os passeios em Manaus com a Agência Fontur, que faz o translado do local de hospedagem até o píer de saída e tem diversas opções. Não seria exagero falar que a agência tem o melhor atendimento da cidade e um guia bilíngue nativo muito simpático que manja de tudo. No site tem todos os tours disponíveis e detalhes de cada passeio. Além dos principais tours em Manaus e região, Agência Fontur também faz Traslados, Roteiros de Aventura, Cruzeiros, Sobrevoos, Programas personalizados, Hotéis de Selva, Locação de Embarcações, Pesca Esportiva e muito mais. Consulte nesse link e reserve pelo telefone (92) 3658-3052 ou e-mail fontur@fontur.com.br.

 

Solimões à esquerda

Encontro dos Rios Negro e Solimões

  1. Outro programa imperdível na cidade é a Visitação ao Boto. O passeio de barco pelo Rio Negro vai até pontos menos “movimentados”, mais fáceis de se avistar os botos. É importante lembrar que esses animais estão em seu ambiente natural e há algumas regras para se mergulhar no rio perto deles, de forma a não interferir em seus hábitos (não se pode usar repelentes ou gritar, por exemplo). Faça esse passeio com uma agência séria e responsável para ter a garantia de que as regras de visitação são respeitadas.

Vila flutuante na margem do Rio Negro

  1. A Reserva Janauari também vale a visita! Com suas vilas flutuantes e seus igarapés, o parque que fica na outra margem do Rio Negro é cenário da vitória-régia, planta nativa que impressiona com sua grande folha circular, da samaumeira ou sumaúma, outro exemplar da grandiosidade da natureza com até 60 metros de altura. Conhecida por “árvore da vida” ou “mãe das árvores”, é um belo exemplo da riqueza natural brasileira. O parque é legal para avistar pássaros, jacarés e para um passeio de canoa por entre os igarapés. Esse passeio pode ser conciliado com os anteriores.

Ponte sobre o igarapé

Repare na flor da vitória-régia

  1. O Museu do Seringal é um dos mais interessantes de Manaus. Ele revive a ambientação dos tempos de estação da borracha nos seringais desde a casa do barão, até os instrumentos e locais de trabalho dos seringueiros. Podemos ver como o látex era extraído e processado. O museu fica na zona rural e pode ser visitado de barco a partir da Marina do Davi (no fim da Ponta Negra) ou de forma conciliada com os outros passeios (Visita ao Boto, Encontro das Águas e outros) com agências.

Processo de tratamento do látex

  1. O Musa – Museu da Amazônia foi um dos lugares que mais gostei de visitar em Manaus. Localizado dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke em uma área de 100 hectares na extremidade da cidade, o jardim botânico reúne um acervo sobre as espécies locais de fauna e flora, e de etnias indígenas. O ponto alto da visita é a torre de observação com 42 metros de altura e 242 degraus, de onde podemos visualizar a floresta de três mirantes em pontos diferentes da torre. Ambas as visitas são guiadas e os grupos saem de meia em meia hora. Para chegar lá, usamos a Linha 676 partindo de frente da Catedral Nossa Senhora da Conceição no centro, mas também poderia ser a 448 ou a 679. Levou cerca de 1 hora e a entrada era R$ 10,00 + R$20,00 para quem deseja subir na torre. Como o MUSA abre às segundas, é uma opção de atração para quem não vai fazer passeio nesse dia.

Diferentes instrumentos de pesca dos povos indígenas

Torre de observação no MUSA – Manaus

  1. O Bosque da Ciência é outro lugar imperdível para quem quer conhecer mais sobre a fauna e flora amazônica. Fica nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) e tem 13 hectares por onde podemos percorrer 18 espaços voltados a diversas espécies. Foi difícil sair de perto dos aquários do projeto peixe-boi! Eles são lindos e dóceis e parecia mais que eles estavam nos olhando, do que a gente visitando eles. O bosque fica a cerca de meia hora de táxi do centro (R$35,00) e para chegar lá de ônibus, é preciso pegar a Linha 125 no centro.

 

  1. As praias Ponta Negra, Tupé e Lua são as mais conhecidas de Manaus, perfeitas para um banho nas águas do Rio Negro, que são super convidativas. É impressionante como as praias são parecidas com o mar, mas sem ondas. Na Ponta Negra, que fica na mesma margem que Manaus e tem a orla mais movimentada, as pessoas ficam até de noite dentro da água. Há vários quiosques por ali, restaurantes, píer, mirantes e áreas para esporte, e o barato é ver o pôr do sol no rio. Já as outras duas praias ficam na outra margem do rio e podem ser visitadas através de um passeio de barco, saindo da Marina do Davi, localizada no final da Ponta Negra. Para chegar na Ponta Negra de ônibus, use a Linha 120 que sai da Av. Sete de Setembro.

Domingo na praia da Ponta Negra

O pôr do sol na praia é bonito até em um dia nublado!

  1. O Centro de Instrução de Gerra na Selva – CIGS, antes da Ponta Negra e acessado através do mesmo ônibus acima, é outro ponto turístico de Manaus. Mais especificamente, seu zoológico com animais amazônicos como a onça pintada, jacarés, jiboias, araras azuis e vermelhas e outros. Não concordo com o aprisionamento de animais para o entretenimento, porém, o trabalho deles é diferente. Os animais de lá foram resgatados de contrabando ou outras situações ilegais. O lugar tem uma pequena lanchonete e é muito visitado por famílias com crianças pequenas.

CIGS

 

> Um dos passeios mais procurados em Manaus é para Anavilhanas, um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, mas dessa vez não tivemos tempo suficiente para visitar. Me aguarde Manaus!

 

Comidas para provar em Manaus

 

Come-se muito bem em Manaus! A culinária rica em peixes e farinhas é suculenta e muito saborosa, com uma incrível variedade de opções e muita abundância. É considerada uma das mais ricas do país. Em vários lugares você verá placas dizendo “Café Regional”, que oferece tapiocas de recheios variados, sensacional com manteiga e castanha do Brasil ou queijo e tucumã, sucos de frutas locais como taperebá e cupuaçu, pupunha, macaxeira e mais um monte de delícias.

Experimente o X-caboquinho, sanduíche típico feito com pão de sal, queijo coalho, banana pacova frita e tucumã, uma frutinha deliciosa que a gente vê aos montes por lá. Prove os sucos e claro, o açaí, que é servido com ou sem farinha de tapioca e é bem diferente dos conhecidos na região Sudeste do país. Pirarucu, surubim, pacu, tucunaré, jaraqui, matrinxã e outros peixes são facilmente encontrados em diversas receitas na maioria dos restaurantes.

O acompanhamento mais tradicional é o Baião de Dois, também diferente do baião que conhecemos no Sudeste,farofa de banana ou as farinhas, principalmente a “ovinha”, que tem esse nome por seu formato de bolinha (lembra ovinhas de peixe) e é feita na cidade de Uarini. Nas mesas dos restaurantes e bares não faltam o tucupi e a pimenta murupi. Falando em tucupi, não deixe de provar o tacacá, tradicional prato do norte do país feito com tucupi, goma, camarão seco e jambu.

O inusitado fica por conta do Bolinho de Pirarucu, variação sensacional do tradicional bolinho de bacalhau, e da Caipiru, caipirinha feita com jambu. Experimente os mais procurados: Caldo de Piranha, o Pirarucu de Casaca, o Escabeche de Tucunaré ou alguma Caldeirada. Mas na minha opinião, o Tucunaré com Leite de Coco é o imperdível!

Para levar para casa, compre no Mercado bombons de frutas locais ou uma cachaça de jambu.

x-caboquinho

Jaraqui frito com baião de dois e farinhas

 

Onde comer em Manaus

 

Um dos restaurantes mais requisitados no centro é o Tambaqui de Banda, famoso por seu cardápio cheio de peixes e claro, pelo tambaqui assado inteiro. Um lugar ótimo que conhecemos é o Canto da Peixada, no Bairro da Praça, com especialidades deliciosas. Uma dica interessante perto do Distrito Industrial é o Moronguêtá, mais afastado das rotas turísticas, mas com preço muito em conta e pratos para uma pessoa, mas muito caprichados.

Dois lugares para se esbaldar da culinária local são o Mercado Municipal e a Feira da Rua Eduardo Ribeiro, que acontece aos domingos. Na feira, além de tomar o café regional, visite as barraquinhas de artesanato e produtos locais. Outro lugar famoso para um café é o Café Regional Priscila. Para o tacacá mais premiado de Manaus, vá ao quiosque Tacacá da Gisela no Largo São Sebastião. À noite, as dicas são os bares do Largo São Sebastião, os barzinhos e restaurantes animados do Conjunto Vieiralves ou os quiosques da Ponta Negra.

 

Onde se hospedar em Manaus

 

A cidade tem uma ótima infraestrutura hoteleira, com diversos hotéis espalhados principalmente na região central e nos bairros Adrianópolis e Ponta Negra. A vantagem da região central é ficar perto dos pontos turísticos de Manaus, e o ponto forte dos outros dois bairros são os restaurantes mais sofisticados.

As opções são redes de hotéis de várias categorias, pousadas, hostels, flats e resorts. Há também os hotéis de selva, onde o contato com a natureza e a floresta é maior. Muitos visitantes dividem a estadia entre as duas opções para conhecer um pouco de tudo.

Nós escolhemos o EcoSuites Hotel Manaus, localizado no Centro Histórico. O hotel é todo novo, confortável, tem um atendimento e limpeza impecáveis e um precinho muito em conta. Fica a poucos metros da Praça Heliodoro Balbi (Praça da Polícia). Perto de tudo e no meio da maior parte das atrações.

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Manaus – AM: cerca de 1,8 milhões de habitantes | 110V
Data da viagem: março de 2017
por Camila Coubelle

Sobre Vida sem Paredes

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